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China já marca presença em oito infra-estruturas portuárias de língua portuguesa em África


É clara e crescente a presença da China em projectos portuários de língua portuguesa, quer concluídos, quer anunciados: a informação foi avançada pelo Centro de Estudos Estratégicos Internacionais (sigla inglesa CSIS), que fez um levantamento e concluiu, em solo africano, que são já oito os portos dos PALOP em que a China marca ou marcará presença, seja enquanto entidade construtora ou até mesmo financiadora.

O trabalho do CSIS, feito pelos investigadores Judd Devermont e Catherine Chiang, indica a existência de 46 projectos portuários (de língua portuguesa) operados, construídos ou financiados pela China, em todo o continente africano, alguns dos quais integrarão a mega-iniciativa internacional One Belt One Road.

Nos países africanos de língua portuguesa, a China não é operadora em qualquer infra-estrutura portuária, mas é construtora e financiadora no anunciado projecto do Porto do Mindelo, Cabo Verde, tal como do Porto de Bata, na Guiné Equatorial, também dado como finalizado.

Ainda no Golfo da Guiné, o anunciado porto de águas profundas de Fernão Dias, em São Tomé e Príncipe, deverá contar com investimento e construção chinesas, segundo o levantamento do CSIS. Mais a Sul, em Cabinda, interesses chineses surgem como construtores do porto do Caio – dado pelo CSIS como «parado indefinidamente» – e também no porto de Cabinda, enumera o portal de informação ‘Macauhub‘.

Ainda em Angola, o projecto de expansão do Porto do Lobito, já finalizado, contou igualmente com capital e engenharia chinesa. Em Moçambique, o Porto da Beira teve a sua capacidade expandida com capital e construção chinesa, enquanto o anunciado Porto de Techobanine, a sul de Maputo, contará também com investimento proveniente da China.

O estudo elaborado pelo CSIS infere que os portos da África a sul do Saara «desempenham um papel fundamental na iniciativa Belt and Road, extensa rede de projectos de infra-estruturas chineses que ligam a China à Europa, à África Oriental e ao Sudeste Asiático», cita o portal ‘Macauhub’.

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Data: 2019-08-23

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