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ANGOLA

Empresas da China interessadas no Caminho de Ferro de Benguela


Empresários chineses estão interessados em utilizar o caminho-de-ferro de Benguela (CFB) para movimentar mercadorias diversas do interior de Angola e dos países vizinhos para os mercados internacionais, disse no Lobito o embaixador da China em Angola.

A agência noticiosa Angop, que cita as declarações do embaixador Gong Tao, menciona como empresas interessadas neste processo a China Harbour Engineering Corporation, responsável pela requalificação do porto do Lobito, em 2013, a COSCO e a Sinotrans, viradas para a logística, sobretudo nos transportes marítimo e ferroviário.

O embaixador adiantou que as mercadorias e as matérias-primas produzidas quer no interior de Angola quer nos países vizinhos sem acesso ao mar, caso da República Democrática do Congo e Zâmbia, podem usar este corredor do CFB e do porto do Lobito para atingir o mercado internacional, incluindo o da China.

O presidente da Caminho-de-Ferro de Benguela, Luís Teixeira, disse na ocasião que o transporte ferroviário de mercadorias, incluindo o minério proveniente da República Democrática do Congo, será reforçado com 300 novos vagões que foram encomendados ao grupo chinês Sinotrans.

Ao prestar declarações no final da visita do embaixador da China, Luís Teixeira disse prever que, com a chegada dos vagões, o transporte de mercadorias aumentará de 94 mil toneladas/ano para mais de 300 mil toneladas, incluindo o tráfego internacional, onde se destaca os minérios extraídos nas regiões de Catanga, na RD Congo.

Sem avançar nem datas nem o montante a ser investido na aquisição dos novos equipamentos, Luís Teixeira fez saber apenas que estes vagões serão pagos através de descontos no frete, uma vez que o grupo Sinotrans é cliente do CFB e também tem participação nas minas do Congo.

Com uma linha férrea de 1344 quilómetros de extensão, do Lobito, em Benguela, ao Luau, na província do Moxico, leste de Angola, na fronteira com a RDC, o Caminho-de-Ferro de Benguela já transporta minério até ao porto atlântico do Lobito, nos termos de um acordo de cooperação assinado em 2017 com a Sociedade Nacional dos Caminhos de Ferro do Congo (SNCC). (Macauhub)
 


 



Data: 2019-07-11

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