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MARINHA PORTUGUESA

Fragata Álvares Cabral em missão no Golfo da Guiné


A fragata da Marinha Portuguesa NRP Álvares Cabral largou no dia 7 da Base Naval de Lisboa para uma missão na região do Golfo da Guiné com a duração de dois meses, como parte do contributo de Portugal para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné em matéria de segurança marítima e combate às atividades ilícitas no mar.

Neste âmbito, o navio irá apoiar, em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, os projetos em curso de cooperação técnico-militar, onde fará ações de vigilância e patrulha conjuntas nas águas de jurisdição daqueles países, no âmbito dos acordos estabelecidos entre Portugal e os dois países. O navio irá juntar-se aos navios da Marinha Portuguesa NRP Bérrio e NRP Zaire que já se encontram em águas de São Tomé e Príncipe com a missão de promover o projeto de capacitação da guarda-costeira deste país.

 

Durante a permanência no Golfo da Guiné a fragata Álvares Cabral irá ainda participar na iniciativa “OBANGAME EXPRESS” promovida pelo United States Naval Forces Europe-Africa / United States 6th Fleet visando estimular e incrementar a cooperação regional e partilha de informação entre os diversos centros de comando e controlo de operações marítimas no Golfo da Guiné e promover o intercâmbio de conhecimento na área do domínio marítimo, assim como a interoperabilidade entre todas as forças e unidades navais.
Está ainda planeada a participação do navio no exercício “ALCANTARA 18” organizado em conjunto entres as Marinhas Portuguesa e do Reino de Marrocos que decorrerá em águas territoriais marroquinas, com o objetivo de promover a interoperabilidade através do treino operacional naval e anfíbio.


Durante a missão, a Marinha continuará a testar o novo modelo de emprego operacional de fragatas com o embarque de uma força de 53 fuzileiros reforçando a sua capacidade expedicionária na perspetiva de operações de resposta a crise, tais como são o caso da evacuação de cidadãos não combatentes, apoio humanitário e de resposta a catástrofes.
A fragata Álvares Cabral, comandada pelo Capitão-de-fragata Alexandre Santos Fernandes, efetua esta missão com uma guarnição base de 135 militares, sendo 30 do sexo feminino, tem embarcada uma Força de Fuzileiros, uma equipa de abordagem também dos Fuzileiros, uma equipa de mergulhadores, uma equipa médica e três Aspirantes a Oficial da Escola Naval, além de quatro oficiais observadores oriundos do Brasil, França, Espanha e Chile (no âmbito das relações bilaterais com esses países) perfazendo um total de 205 militares embarcados.


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