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Projecto fluvial Chire/Zambeze em Moçambique carece de condições de navegabilidade


O projecto de navegação dos rios Chire e Zambeze, que possibilitaria o acesso do Malawi ao Oceano Índico, carece de condições, não sendo sequer economicamente viável a curto, médio e longo prazo, reafirmou em Maputo o representante do projecto no Ministério dos Transportes e Comunicações.

A afirmação, veiculada em conferência de imprensa, visou responder a notícias que circulam no Malawi acusando Moçambique de estar a criar dificuldades em relação a utilização dos rios Chire e Zambeze para efeitos de navegação, de acordo com a agência noticiosa AIM.

Jafar Ruby sustentou o posicionamento do governo de Moçambique, qualificado de definitivo, nas conclusões de um estudo realizado pela empresa de consultoria internacional Hydroplan, seleccionada pelos três países envolvidos no projecto, nomeadamente Moçambique, Malawi e Zâmbia.

O estudo realizado em Novembro de 2015 permitiu concluir que a via fluvial Chire/Zambeze não é comercialmente navegável no seu estado natural e, nestas condições, o objectivo geral do projecto proposto (redução de custos de transporte nas componentes tempo e dinheiro) não poderá ser alcançado.

O estudo indica que a pequena quantidade de carga transferível para a via fluvial (273,2 mil toneladas/ano) e os altos custos envolvidos na dragagem de manutenção (30 milhões de dólares/ano) e na remoção das plantas aquáticas (50 milhões de dólares/ano) demonstram que o projecto não tem viabilidade.

O projecto, denominado Chire Zambezi Waterway, foi concebido pelo ex-presidente Bingu Wa Mutharika, que pretendia estabelecer a cidade portuária de Nsanje (já edificada no rio Chire), com aeroporto e corredores internacionais. (Macauhub)
 


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Data: 2017-06-08

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