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Grupo espanhol de pescas quer aumentar actividade em Moçambique


O grupo espanhol Nueva Pescanova vai investir 42,5 milhões de euros na renovação da sua frota de barcos de pesca em África, prevendo a construção de sete a nove barcos para operar em Moçambique e na Namíbia, anunciou o presidente executivo da empresa.

O executivo Ignacio Gonzalez Hernandez anunciou que a empresa vai construir sete a nove novos barcos de pesca, dependente dos acordos que conseguir negociar com os estaleiros, noticia o site especializado Undercurrent News, citado pela agência Lusa.

“Esta empresa não construiu barcos nos últimos 30 anos ou mais e o facto de estarmos de volta à construção é um sinal claro de que a Pescanova está de volta, ultrapassámos os problemas, e a empresa olha para o futuro com o seu novo plano” estratégico, disse Gonzalez Hernandez.

Ainda sobre a renovação da frota, o presidente executivo da Nueva Pescanova afirmou que o projeto vai ser lançado em junho e que já foram contactados alguns estaleiros que poderão estar interessados na construção dos barcos.

Depois de ter aprovado um aumento de capitais em abril, a empresa prevê investir um total de 125 milhões de euros em despesas de capital, o que inclui o seu novo centro de investigação e desenvolvimento chamado Pescanova Biomarine Center, assim como a renovação da sua frota.

Após vários anos em processo de pré-falência, o grupo foi reestruturado em 2015 com a divisão em duas empresas: a Nueva (Nova: em português) Pescanova que pertence à banca e aglutina a parte produtiva, e a “velha” Pescanova, propriedade dos antigos acionistas.

Esta reestruturação foi aprovada em 2014 pelos principais credores da antiga Pescanova, que assim evitaram que a empresa fosse liquidada.

O Grupo Nueva Pescanova é uma multinacional especializada na captura, cultivo, produção e comercialização de produtos do mar que tem a sua seda na Comunidade Autónoma da Galiza, em Espanha.

A empresa foi fundada em 1960 e emprega atualmente mais de 12.000 pessoas em 27 países.

“Em África, estamos presentes na Namíbia e África do Sul, onde temos 15 barcos e pescamos 30 toneladas de pescada. Também estamos em Moçambique, onde pescamos camarões e em Angola”, onde também apanhamos camarões, explicou Ignacio Gonzalez Hernandez.

Em Moçambique, a empresa pesca cerca de 50% do total admissível de capturas (TAC) de camarão, e na Namíbia cerca de 20% do TAC de pescada, adiantou o responsável da empresa espanhola.

A Nueva Pescanova é responsável por cerca de 2.200 empregos na Namíbia, onde transforma o pescado antes de ser enviado para o mercado europeu.

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