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EXPANSÃO DO PORTO DE NACALA, MOÇAMBIQUE

Obras da 2.ª fase a partir de Março


ARRANCA em Março a segunda fase da reabilitação e expansão do Porto de Nacala, em Nampula, abrindo uma janela para o aumento da capacidade de manuseamento de carga de importação e exportação e em trânsito de e para os países vizinhos.

Orçadas em 400 milhões de dólares norte-americanos, financiados pelo Governo do Japão, as obras permitirão que o porto tenha mais parques para contentores e instalação de novos equipamentos.

Luís Machado, chefe de operações da Empresa Portos do Norte (responsável pela gestão do Porto de Nacala), disse que os trabalhos deverão ser concluídos até 2020.

Estudos feitos pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) referem que até ao fim do projecto o Porto de Nacala manuseará 250 mil contentores de 20 pés por ano.

Actualmente, o Porto de Nacala tem capacidade de manusear 180 mil contentores de 20 pés por ano e pode receber de uma só vez seis navios. Para este ano, os gestores esperam manusear cerca de 73 mil contentores.

Localizado na zona norte do país, o Porto de Nacala manuseia principalmente produtos agrícolas, tais como gergelim, milho, trigo e feijão. A maioria é exportada e importada de países asiáticos. Contudo, alguns produtos chegam e partem através desta infra-estrutura para Malawi.

Com a melhoria da linha-férrea que liga Moçambique e Zâmbia, numa extensão de cerca de 388 quilómetros, espera-se que nos próximos anos o intercâmbio entre os dois países venha a aumentar.

“O Malawi está, neste momento, numa situação de normalidade em termos de tráfego. Quer dizer que, neste momento, o Corredor de Desenvolvimento do Norte está a trabalhar de forma satisfatória. Estamos a fazer cerca de dois a três comboios por semana, consoante o volume de carga. Este é um grande salto de rotação do movimento”, referiu Luís Machado.

Reabilitar e potenciar o Porto de Nacala é uma das prioridades do Governo japonês pois, segundo Shuichiro Arafune, do Departamento de Cooperação Económica, as obras vão contribuir para o desenvolvimento das províncias da região norte do país, em particular, e de países vizinhos, como Malawi e Zâmbia.

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