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CABO VERDE

CABNAVE à espera de fim do processo de privatização


Grupo ETE, de Portugal, foi quem apresentou a melhor proposta financeira tendo em vista a privatização da CABNAVE. No entanto, sabe o Expresso das Ilhas, o processo de venda da empresa pública de manutenção naval está ainda longe de estar concluído.

Numa informação à imprensa feita no dia 9 de Dezembro, o CEO do grupo, Luís Nagy, afirmou que Cabo Verde é um dos mercados, a par da América Latina, em que o Grupo ETE está a investir e que recentemente a empresa se qualificou “em primeiro lugar no concurso público internacional para a privatização da CABNAVE, os estaleiros navais na ilha de S. Vicente, em Cabo Verde; a próxima etapa será a negociação financeira e dos termos finais do contrato de concessão para um período de 30 anos”. No entanto, o facto de a empresa ter apresentado a melhor proposta financeira não implica que esta venha a ser dona da CABNAVE uma vez que o Estado tem a prerrogativa de cancelar o concurso e realizar outro, explicou ao Expresso das Ilhas uma fonte próxima do processo de privatização da CABNAVE.

“O processo é em tudo idêntico ao da Bolloré em relação aos portos”, ressalvou uma outra fonte ouvida pelo Expresso das Ilhas que adiantou ainda que este foi apenas o primeiro passo a ser dado. “O Grupo ETE venceu o concurso mas isso não passou de uma avaliação”, ou seja, o facto de o Grupo ETE ter apresentado a melhor proposta financeira deixa-o bem colocado para a compra da empresa cabo-verdiana, mas nada garante que a aquisição da CABNAVE por esta empresa portuguesa se venha a efectivar.

Aliás, segundo apurou o Expresso das Ilhas, o processo de privatização da empresa de manutenção naval está, actualmente, parado e esta comunicação feita pelo grupo português é vista pelos responsáveis governamentais como uma forma de colocar pressão sobre o governo para que este tome uma decisão final.

O processo de venda da CABNAVE está a ser encarado pelo governo como um processo sensível, à semelhança do que acontece com o da concessão dos portos nacionais, e o governo está actualmente a analisar as propostas que tem sobre a mesa, soube o Expresso das Ilhas. No entanto, durante a última sessão parlamentar, o ministro da Economia, José Gonçalves, anunciou que o governo pretende investir na empresa tendo em vista a sua modernização mas para que isso se venha a tornar uma realidade o governo está a tentar identificar um parceiro estratégico.

 

Quem é o Grupo ETE?

Presente no mercado português desde 1936, o Grupo ETE trabalha essencialmente na área marítimo-portuária e de logística e é constituído por um universo que engloba 42 empresas diferentes.

Presente em países como Cabo Verde (onde opera na área logística), na Colômbia, Moçambique e Uruguai, o Grupo ETE teve no ano passado um volume de negócios que ultrapassou os 200 milhões de euros e emprega actualmente mais de 800 pessoas em três continentes.

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