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CABO VERDE

João de Deus Júnior defende políticas assertivas para desenvolver a economia marítima


Cabo Verde ainda não beneficia de todas as potencialidades do sector marítimo. A posição é defendida pelo presidente da associação dos armadores de pesca de Cabo Verde, João de Deus Júnior que, por outro lado, considera que o sector das pescas tem tido algum avanço no país.

 O líder da associação que representa os armadores de pesca falava em entrevista ao programa “Cabo Verde 2016” da Rádio Morabeza. João de Deus Júnior considera que Cabo Verde não tira todo o proveito que existe nas suas águas.

“Já iniciamos, veja que, neste momento, em Cabo Verde temos só uma conserveira que é a maior empresa do país, a maior empresa exportadora que é a Frescomar, que nesse momento emprega, só em São Vicente, mais de mil pessoas. E isto demonstra que se os sucessivos governos tinham apostado e tinham tido uma política virada, de facto, para o sector marinho, principalmente as pescas, hoje podíamos ter em Cabo verde um, dois, três, quatro ou cinco ‘Frescomares”, considera.

Por outro lado, João de Deus Júnior afirma que já estão lançadas as bases, mas que é preciso políticas sérias e assertivas para o desenvolvimento da economia marítima.

“O próximo governo em 2016 tem que ter coragem de criar o ministério do mar e colocar este ministério em São Vicente. Porque, São Vicente, só para ter uma ideia, sessenta por cento da actividade pesqueira está nesta ilha. E nós não podemos continuar a depender sempre do capital do país, eu penso que temos de descentralizar essas instituições e eu penso que já chegou a hora de termos um ministério do mar em Cabo Verde”, realçou à Rádio.

Em relação ao plano de acção nacional para prevenir, impedir e eliminar a pesca ilegal e não declarada, João de Deus Júnior afirma que o país está a criar instituições para acompanhar todo o processo. O responsável refere-se à criação da Autoridade Competente para o produto da Pesca (ACOPESCA), o Centro de Operações de Segurança Marítima (COSMAR) e a utilização do sistema de controlo de navegação via satélite (VNS), “instalados em quase todos os navios”.

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