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Produção de petróleo na zona conjunta Nigéria-São Tomé e Príncipe dentro de 18 meses


A Zona de Desenvolvimento Conjunta entre São Tomé e Príncipe e Nigéria (JDA) poderá iniciar a produção de petróleo e gás dentro de 18 meses, anunciou o conselho de administração da autoridade conjunta.

Segundo o comunicado, a decisão foi tomada na 22.ª reunião do conselho ministerial conjunto realizada a 11 e 12 deste mês na capital nigeriana, Abuja, onde está situada a sua sede.

"Foram tomadas decisões importante para a zona e para a organização tais como a aprovação da nova tecnologia para pesquisa e produção de petróleo e gás no bloco 1 por métodos não convencionais que permitirão o início da produção num período de 18 meses", diz o comunicado assinado pelo presidente do conselho de administração,

Arzemiro dos Prazeres e pelos directores executivos, Luís Prazeres e Kashim Tumsah.

A JDA aprovou igualmente a revisão do quadro jurídico-legal da zona conjunta "para atrair novos investidores e relançar as operações na zona" e fixou para 05 a 08 de Maio próximo a realização na capital são-tomense de um workshop internacional sobre recursos de pesca e segurança na zona.

O conselho de administração da Zona de Desenvolvimento conjunta acusou os serviços da Comissão nigeriana da Assembleia Nacional e integração em África de estar na origem de "informações infundadas e inverdades sobre a Zona de Desenvolvimento Conjunta" tornadas públicas esta semana.

Em comunicado, a JDA explica que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Nigéria compareceu, de facto, perante a comissão da assembleia nacional para cooperação e integração em África "onde prestou informações precisas sobre o estado de desenvolvimento conjunto".

"No entanto, no rescaldo do encontro foi distribuído um comunicado de imprensa pelos serviços de assessoria da referida comissão que, citando erroneamente parte do pronunciamento do ministro durante a audiência, acabou por gerar inverdades e informações infundadas sobre a Zona de Desenvolvimento Conjunta", diz o comunicado.

Esta semana, o jornal nigeriano WordStage citou o ministro dos Negócios Estrangeiros nigeriano, Mohammed Nuruddeen, como tendo considerado o acordo de exploração conjunta de petróleo entre os dois países como "frustrante" e passível de "desmantelamento".

Ainda segundo o ministro, o seu país já gastou com o funcionamento da Autoridade Conjunta cerca de 100 milhões de dólares (72,6 milhões de euros) durante os últimos cinco anos, não há perspectivas de exploração de petróleo nesta área e São Tomé e Príncipe tem avultadas dívidas com a Nigéria por não estar a suportar os custos com a instalação e funcionamento da autoridade conjunta.

"O conselho de administração da Autoridade Conjunta vem através desta reafirmar que, não obstante alguns constrangimentos de percurso, a zona de desenvolvimento conjunta está em pleno funcionamento e numa altura em que o seu conselho de administração analisa as várias propostas de exploração de interesses de operadores para os diferentes blocos", diz o comunicado assinado pelo seu presidente, Arzemiro do Prazeres.


O comunicado diz ainda que não se pode considerar a zona de desenvolvimento conjunta "um projecto falhado passados 12 anos, pelo facto de não se ter atingido ainda os objectivos preconizados no início desse projecto de pesquisa e produção de petróleo para o benefícios dos dois países".

Lusa


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