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Plataforma de comércio electrónico da China inaugura pavilhão virtual dedicado a Portugal

O gigante chinês do comércio eletrónico JD.com inaugurou um pavilhão virtual dedicado à venda de produtos portugueses, consumando um acordo assinado em 2018 com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).
Numa primeira fase, o portal vai focar-se nos vinhos, mas o projeto está aberto a diferentes setores, incluindo o agroalimentar, explicou à agência Lusa o presidente da AICEP, Luís Castro Henriques.

CHINA

Fujian sugere a Macau parque industrial lusófono

 O Governador da província de Fujian, Wang Ning, sugeriu a construção de um parque industrial que possa potenciar de forma plena as vantagens de Macau como uma plataforma de cooperação económica e comercial com os Países de Língua Portuguesa.

Embaixador diz que relação entre Portugal e China vai além de Macau

O embaixador de Portugal em Pequim, José Augusto Duarte, considera que a relação bilateral entre Portugal e a China vai além de Macau e que os empresários portugueses não devem ficar na sombra dos antepassados.

“O papel de Macau tem uma ligação incontornável na relação com a China. É um caso de estudo daquilo que deve ser o diálogo entre as nações”, disse o embaixador, numa videoconferência organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC), lembrando que “a relação com a China é mais vasta do que Macau e não pode ser um livro de nostalgia”.

Países lusófonos exportaram menos 21% para Macau no primeiro semestre

Os países lusófonos exportaram menos 21% para Macau no primeiro semestre, em relação a igual período de 2019, informa a Direção de Serviços de Estatísticas e Censos (DSEC).

Os países lusófonos exportaram para o antigo território administrado por Portugal mercadorias no valor de 341 milhões de patacas (36 milhões de euros), indicou a DSEC em comunicado. Por outro lado, os países lusófonos importaram produtos no valor de apenas 9 milhões de Patacas (961 mil euros), um aumento de 793,6%, indicaram as autoridades de Macau.

China mantém-se como principal destino das exportações brasileiras

A China vai continuar, e “mais do que nunca”, a ser o principal destino para as exportações brasileiras, vaticina José Augusto de Castro, Presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Segundo uma nova previsão elaborada pela AEB para a balança comercial brasileira em 2020, as exportações brasileiras devem fixar-se em US$192,7 mil milhões, com 35 por cento direccionadas para a China, referiu a Agência Brasil.

Comércio entre países lusófonos e a China cai 12% nos primeiros cinco meses do ano

Os países lusófonos e a China registaram trocas comerciais de 51,8 mil milhões de dólares (45,7 mil milhões de euros) nos primeiros cinco meses do ano, um decréscimo homólogo de 12%.

As exportações para Pequim representaram 37 mil milhões de dólares (32,6 mil milhões de euros), mais do dobro daquele registado com a importação de produtos chineses, de acordo com dados oficiais publicados no portal do Fórum Macau, com base nas estatísticas dos Serviços de Alfândega chineses.

O Brasil continua a ser de longe o país lusófono com o maior volume de trocas comerciais com a China, garantindo mais de 80% dos bens transacionados, seguindo-se Angola, Portugal, Moçambique, Timor-Leste, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe.
 

ARMAZÉM FLUTUANTE

A China está a guardar petróleo no mar

A China está a guardar uma quantidade épica de petróleo no mar. De acordo com a CNN, o país comprou tanto petróleo estrangeiro a preços baratos que formou um congestionamento maciço de navios-tanque no mar, que esperam para descarregar o petróleo.

A CNN relata que, em 29 de junho, a China – o segundo maior consumidor mundial de petróleo depois dos Estados Unidos – acumulou 73 milhões de barris de petróleo em 59 navios diferentes que flutuam no mar ao largo da costa norte do país, de acordo com o ClipperData, que rastreia os fluxos de água de petróleo em tempo real.

Este valor representa três quartos da procura em todo o planeta.

SEGUNDO ESTUDO DA ONU

Exportação de commodities para a China pode cair US$ 33 mil milhões

Um estudo da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) constata que o total de exportações de mercadorias para a China pode cair drasticamente como resultado da crise do coronavírus. Citando a dramática queda na demanda como os fatores que afetam as exportações totais para a China, o relatório da ONU suscita preocupações pelas economias que dependem das exportações de bens primários.

China reabre rotas de comércio com Portugal

Mesmo a um ritmo menor do que no passado e com prazos mais distendidos, a maioria dos clientes e fornecedores das empresas portuguesas já voltou ao ativo, começando a regularizar as encomendas e as entregas de matérias-primas durante o mês de abril.

COVID-19

Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC)

A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) disponibiliza uma página para publicação de informação de apoio aos seus associados, empresas e entidades em geral, em virtude de todas as contingências e dificuldades causadas pela pandemia do Covid-19.

Trata-se de documentação produzida pela CCILC, associados, parceiros e instituições que visa responder a dúvidas relacionadas com o impacto do vírus na economia, nomeadamente nas empresas, e as soluções/ferramentas que estão a ser disponibilizadas.

BNU e ICBC (Macau) efectuam promoção conjunta de negócios entre a China e os países de língua portuguesa

O Banco Nacional Ultramarino e o Banco Industrial e Comercial da China (Macau) assinaram um memorando de entendimento para a promoção conjunta de negócios entre a China e os países de língua portuguesa, nos termos de um comunicado divulgado pelo banco emissor.

A nota adianta que esta colaboração visa igualmente apoiar o papel de Macau como uma plataforma financeira para os negócios trans-fronteiriços entre as empresas e empresários da China e dos países de língua portuguesa.

Ilha de Hengqin tem um papel importante no relacionamento da China com os países de língua portuguesa

A ilha de Hengqin irá contribuir para a resolução do problema da falta de espaço e de recursos em Macau, permitindo um melhor desempenho do seu papel de plataforma entre a China e os países de língua portuguesa, afirma o governo de Macau nas Linhas de Acção Governativa para 2020.

“Serão aproveitadas as vantagens que decorrem da possibilidade de serem efectuados registos de embarcações em Macau, será explorada, de forma coordenada com as outras cidades da zona da Grande Baía ou outras regiões do Interior da China, a possibilidade de cooperação marítima, ou no âmbito das pescas, com os países de língua portuguesa, transformando Hengqin numa plataforma relevante para o estabelecimento de parcerias no âmbito da cooperação marítima entre a China e aqueles países”, pode ler-se.

China e Fundação Jack Ma ajudam países africanos de língua oficial portuguesa

O governo da China e pelo menos uma entidade particular da China têm estado a ajudar os países africanos de língua oficial portuguesa através da oferta de equipamentos médicos-hospitalares na montagem de uma resposta atempada ao novo vírus corona,.

O embaixador da China em São Tomé e Príncipe anunciou ter procedido à entrega de um lote de equipamentos, de que se destacam máscaras, luvas, protecção de calçado e viseiras, bem como termómetros, no âmbito da cooperação sanitária entre os dois Estados.

Macau vai ficar ligado à rede ferroviária de alta velocidade da China

Macau vai ficar ligado, no futuro, à rede ferroviária de alta velocidade da China com a construção de túnel subaquático até ao posto fronteiriço da ilha de Hengqin, enquadrado no desenvolvimento do metropolitano ligeiro de superfície, anunciou o Chefe do Executivo.

Ao apresentar na Assembleia Legislativa as Linhas de Acção Governativa para 2020, Ho Iat Seng salientou que o sistema do metro ligeiro não desempenha, devidamente, a sua função se apenas existir a Linha da Taipa e anunciou para este ano o início da consulta sobre a Linha Leste, tendo em vista dar início às obras da Linha Seac Pai Van e da Linha Hengqin que fará a ligação à ilha limítrofe a Macau.

Aumento das insolvências na China e recessão económica na Coreia do Sul

O surto de coronavírus «afectou gravemente» a economia chinesa no primeiro trimestre de 2020, gerando um impacto imediato nos sectores do comércio, turismo, lazer, restauração, imobiliário, transportes e navegação. «As medidas adoptadas pela Administração chinesa para conter a expansão do surto tiveram um impacto significativo na procura interna, na produção industrial, no investimento e nas exportações», segundo informação avançada pela Crédito y Caución. Apesar do retomar da produção e das medidas de estímulo, a Crédito y Caución prevê que a taxa de crescimento económico da China se deteriore acentuadamente em 2020, situando-se num crescimento zero ou chegando mesmo à contracção.

JANEIRO-FEVEREIRO 2020

Comércio entre a China e países de língua portuguesa regista quebra de 9,37%

Fevereiro para 21 374 milhões de dólares, segundo dados oficiais chineses divulgados pelo Fórum de Macau.

A China exportou nos dois primeiros meses do ano para os oito países de língua portuguesa bens no valor de 5651 milhões de dólares, com uma quebra de 7,04%, tendo importado daqueles mesmos países mercadorias no valor de 15 723 milhões de dólares (menos 10,18%), registando dessa forma um défice comercial de 10 072 milhões de dólares.

China apoia a aplicação de regras obrigatórias de eficiência a todos os navios existentes no mundo

A China e o Brasil enviaram um documento à Organização Marítima Internacional (IMO) para apoiar a aplicação de regras obrigatórias de eficiência a todos os 60 mil navios existentes no mundo, não apenas aos poucos navios recém-construídos a cada ano, a uma taxa de substituição de 25 a 30 anos.

Parcerias estratégicas da China impulsionam iniciativa Faixa e Rota

As parcerias estratégicas que a China tem firmado nas últimas décadas, nomeadamente com a maioria dos países de língua portuguesa, são um factor de impulso da iniciativa Faixa e Rota (FR), segundo os investigadores Yichao Li e Mário Barbosa Vicente.

Em artigo no recém-publicado livro “Iniciativa Faixa e Rota: Um antigo arquétipo de um novo modelo de desenvolvimento”, os investigadores referem que, dos nove países de língua oficial portuguesa, cinco têm simultaneamente parcerias estratégicas com a China e documentos de cooperação relacionados a FR – Portugal, Moçambique, Timor-Leste, Angola e Guiné Equatorial.

Comércio entre China e países de língua portuguesa cresce 1,55% em 2019

O valor do comércio entre a China e os países de língua portuguesa cresceu 1,55% em 2019 ao ter-se situado em 149 639 milhões de dólares, segundo dados oficiais chineses divulgados pelo Fórum de Macau.

A China exportou no ano transacto para os oito países de língua portuguesa bens no valor de 44 064 milhões de dólares, com um crescimento de 5,30%, tendo importado daqueles mesmos países mercadorias no valor de 105 574 milhões de dólares, registando dessa forma um défice comercial de 61 510 milhões de dólares.

NESTE PRIMEIRO TRIMESTRE

Coronavírus pode provocar rombo de 6 milhões de TEU nos portos chineses

Os volumes de carga contentorizada nos portos chineses poderão sofrer um impacto negativo de cerca de seis milhões de TEU no primeiro trimestre do presente ano, tudo devido à ameaça – cada vez mais global – do coronavírus. Recorde-se que os portos chineses permanecem abertos ao comércio, com excepção dos de Wuhan (foco do surto), que movimentaram 1,7 milhão de TEU em 2019.

 Vídeo

Sobrevoando a Restinga e a cidade do Lobito (Angola)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #1

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Francisca Chambal

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Robledo Gioia

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Sandra Augusto

 VI CONGRESSO DA APLOP - Abertura do Painel I - Lídia Sequeira

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Adriano Rosamonte

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Augusto Fernando Cabi

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Madalena Neves

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Fernando Nunes da Silva

 Congresso Intercalar Portos CPLP - Rio de Janeiro – Domingos Fortes (1)

 “EXPERIÊNCIA DO PORTO DE LEIXÕES NA FORMAÇÃO PORTUÁRIA”- Matos Fernandes (1)

 IV Encontro de Portos da CPLP – Menção Honrosa a Lima Torres

 IV Encontro de Portos da CPLP - Sessão de encerramento - Franklim Spencer

 “GEOPOLÍTICA DO MAR” - Carlos Manuel Mendes Dias (1)

 Novo Porto do Dande - Domingos Fortes (1)

 IV Encontro de Portos da CPLP - Franklin Spencer

 «Há muito potencial de crescimento nas relações comerciais Portugal/Brasil» (1)

 Porto de Luanda - 1955

 III Encontro de Portos da CPLP - Adalmir José de Sousa

 III Encontro de Portos da CPLP – Apresentação da Mesa de Honra

 III Encontro de Portos da CPLP - Estudo de mercado - (13) – Debate

 Constituição da APLOP

Constituição da APLOP

Foto de família