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Pirataria marítima afecta cada vez mais marítimos

Mais de um quarto dos marítimos que procura respostas no Centro de Resposta à Crise marítima (CRN, sigla em inglês), é afectado pela pirataria, de acordo com informação providenciada pela instituição caritativa Sailor’s Society, segundo o World Maritime News. Pelo que, a CRN, só na última semana, providenciou suporte a, pelo menos, 100 casos que envolvem pirataria, mortes no mar e abandono, o que significa um total de 59% dos marítimos que recebem apoio na CRN.

Mais incidentes de pirataria em 2018

Nos primeiros nove meses deste ano ocorreram 156 incidentes de pirataria e assalto à mão armada contra navios, segundo o International Maritime Bureau (IMB), da International Chamber of Commerce (ICC). Um cenário que piorou, comparativamente ao período homólogo em 2017, onde se registaram 121 incidentes.

Pirataria marítima diminuiu na Ásia

De acordo com o mais recente relatório da Regional Cooperation Agreement on Combating Piracy and Armed Robbery against Ships in Asia (ReCAAP), relativo ao primeiro semestre deste ano, nesse período ocorreram 40 incidentes com navios, ou seja, menos 15% do que em igual período de 2017 e o menor número dos últimos 10 anos (2009-2018) nos mesmos meses.

Segundo o documento, que avaliou incidentes com navios na Ásia, 29 casos foram consumados e 11 foram tentativas. Três casos (8%) foram de pirataria e 37 (92%) de assalto à mão armada sobre navios. Por outro lado, 31 incidentes ocorreram em navios ancorados ou em porto e 9 em navios em navegação.
 

Marinha Portuguesa contribui para evitar acto de pirataria ao largo da Nigéria

No dia 3 de Julho, o Centro de Operações Marítimas (COMAR) / Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (Maritime Rescue Coordination Centre - MRCC Lisboa), recebeu um alerta de um navio mercante, de bandeira de Singapura, informando que se encontrava no fundeadouro de Lagos, na Nigéria, em perigo iminente, por estar a ser atacado por homens armados, oriundos de uma embarcação rápida de pequeno porte (skiff).

Navio patrulha português visita Nigéria para estreitar cooperação no combate à pirataria no Golfo da Guiné

O navio patrulha “Zaire”, da Marinha Portuguesa, em missão na área de São Tomé e Príncipe, visitou a Nigéria para participar, entre o dia 28 de maio e 1 de junho, no exercício internacional organizado pela Marinha da Nigéria "Eku-kugbe18", que tem como objetivo promover a cooperação e a interoperabilidade entre as marinhas e as Guardas-costeira dos países do Golfo da Guiné e nações amigas face, face ao acréscimo de atividades criminosas que têm vindo a acontecer nesta região, onde se destacam os atos de pirataria, tráfico de droga e pesca ilegal e abusiva dos recursos marinhos.

Aeronave da Força Aérea Portuguesa empenhada em operação real contra pirataria no Golfo da Guiné

A tripulação da aeronave militar de vigilância marítima P-3C CUP+ da Força Aérea Portuguesa, que se encontra em missão no Golfo da Guiné desde o dia 20 de março,foi empenhada recentemente em duas operações reais contra pirataria, após um pedido de apoio das autoridades da Nigéria, Benin, Togo e Gana. No dia 22 de março, os militares portugueses foram empenhados para efetuar vigilância e recolha de informação de uma situação de pirataria em desenvolvimento a cerca de 80 quilómetros da costa da Nigéria.

Com recurso aos sensores da aeronave foi possível confirmar o ato de pirataria em curso e assim encaminhar para a área os meios navais dos estados costeiros que solicitaram apoio da aeronave da Força Aérea.

Navio reabastecedor Bérrio regressa a Lisboa após 3 meses de missão no Golfo da Guiné

O NRP Bérrio, regressou da sua missão no Golfo da Guiné, no dia em que celebrava 25 anos ao serviço da Marinha Portuguesa.
O navio percorreu mais de 9730 milhas, o equivalente a aproximadamente 19.000 quilómetros, cumprindo praticamente 1100 horas de navegação durante 88 dias de missão.

Pirataria no Golfo da Guiné preocupa armadores europeus

Os números da pirataria, especialmente os alusivos ao Golfo da Guiné, divulgados pelo IMB preocupam a ECSA, que continua a defender uma série de medidas a tomar pelos Estados costeiros.

IMB registou 43 casos de pirataria marítima no 1.º trimestre deste ano

No primeiro trimestre deste ano, ocorreram 43 incidentes de pirataria marítima em 16 países, incluindo 33 abordagens, 2 sequestros, 4 navios alvejados e 4 tentativas de ataque, de acordo com um relatório do International Maritime Bureau (IMB) da International Chamber of Commerce (ICC).

Segundo o relatório, destes incidentes resultaram 31 marítimos tomados como reféns, 27 raptados, dois mortos (no Sul das Filipinas) e três ameaçados. As principais preocupações documentadas são os raptos no Golfo da Guiné, a violência crescente no Sul das Filipinas e os primeiros sequestros por piratas somalis nos últimos cinco anos.

DFENCE é a mais recente inovação lançada para fazer frente à pirataria marítima

A pirataria marítima continua a ser uma das grandes preocupações no sector do transporte marítimo e várias têm sido as soluções apresentadas para fazer frente a esta problemática. Agora, e cansada de soluções insuficientes, a Gray Page apresentou o seu sistema inovador 'DFENCE'.

Este inovador sistema é constituído por três módulos externos, cada um com um perfil diferente, o que torna especialmente díficil o acesso ao navio, uma vez que as superfícies das juntas entre módulos foram projectadas especificamente para repelir, desviar e desestabilizar escadas, postes ou outros meios de escalada.

Rapto de tripulantes marítimos aumentou em 2016

Em 2016, 111 tripulantes marítimos foram raptados no mar em todo o mundo, dos quais 8 foram mortos e 49 permanecem cativos, refere a empresa especializada em segurança no mar, Dryad Maritime, no seu último relatório, que destaca os raptos no Golfo da Guiné e Sudeste Asiático.

A Dryad Maritime refere que ocorreram 46 ataques no mar em 2016, contra 20 em 2015, nas águas da Nigéria, o que representa um aumento superior a 50%. Nessa região, foram raptados 51 tripulantes em 2016, contra 31 em 2015.

ONU treina guarda-costeira de São Tomé e Príncipe para combater pirataria

São Tomé e Príncipe e o Gana são os países africanos escolhidos pelas Nações Unidas para uma iniciativa de combate ao crime no mar, como parte do Programa Global de Combate à Pirataria. O Escritório da ONU sobre Drogas e Crime, Unodc, anunciou que tem capacitado membros da Guarda Costeira são-tomense com ações que decorrem no mar.

 Vídeo

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