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As cinco maiores ameaças humanas aos oceanos, e seus antídotos

Comida, transporte, matérias-primas, lixo: há séculos a humanidade trata os mares como se fossem inesgotáveis e invulneráveis. A consciência sobre a necessidade de protegê-los aumenta, mas ainda há muito o que fazer.

PORTO DE SANTOS, BRASIL

Colaboradores da Codesp recebem certificado de cursos de Oceanografia

53 empregados da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) receberam certificados de conclusão de cursos de extensão oferecidos in company pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP).

A entrega dos diplomas foi feita pelo presidente da Codesp, José Alex Oliva, e pelo diretor do Instituto Oceanográfico da USP, professor Frederico Brandini. De acordo com José Alex Oliva, os cursos oferecidos pela Codesp em parceria com a USP dão uma nova percepção sobre o meio-ambiente: "isso traz para nós uma abordagem diferenciada, faz-nos entender que temos que buscar a sustentabilidade ambiental", disse o presidente

Derrames mais difíceis de conter em águas mais frias

Estudo de Universidade escocesa concluiu que os micro-organismos de águas profundas mais frias, como as do Atlântico Norte e Árctico, têm mais dificuldade em recuperar um ambiente marinho contaminado do que os de águas mais temperadas, como as do Golfo do México.

Ilha remota tem maior densidade de lixo plástico do mundo

Localizada no meio do Pacífico, a ilha Henderson acumula quase 38 milhões de peças plásticas trazidas pelas correntes marítimas às suas praias. Pesquisadores dizem que é urgente repensar uso do material.

PORTO DE SANTOS, BRASIL

Codesp iniciou plantação de 851 árvores em Guarujá

A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura de Guarujá, iniciou, em Guarujá, a plantação de 851 árvores nativas da Mata Atlântica. Durante o acto, foi plantada uma pitangueira (Eugenia Uniflora), espécie nativa símbolo da cidade. O plantio ocorreu no bairro do Jardim Boa Esperança, em Vicente de Carvalho.

Ocean Cleanup quer começar aretirar plástico do Pacífico em 2018

A fundação Ocean Cleanup quer começar a retirar plástico da Mancha de Lixo do Grande Pacífico em 2018, segundo divulgou um seu representante num encontro que decorreu em Utrecht, na Holanda, durante o qual foram apresentados detalhes da sua nova tecnologia para limpeza dos oceanos.

Ocean Cleanup angariou donativos suficientes para ensaiar nova tecnologia de remoção de plásticos do mar

A fundação holandesa Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias destinadas a retirar plástico do mar, anunciou ter angariado 19,8 milhões de euros desde Novembro de 2016, o que lhe permitirá começar a ensaiar uma nova tecnologia de limpeza dos mares no Oceano Pacífico ainda este ano. A instituição conta apresentar detalhes sobre o projecto no dia 11 de Maio, em Utrecht, na Holanda, num evento com cerca de 3 mil dos seus apoiantes. Para a Ocean Clenup, este ensaio constitui um marco importante rumo à limpeza em larga escala dos oceanos.

Festival dos Oceanos organizado pela ONU

No âmbito da conferência organizada pela ONU sobre os oceanos, a acontecer nos dias 5 a 9 de junho em Nova Iorque e que tem como objetivo debater e arranjar estratégias intergovernamentais sobre o ponto 14 dos ODS - conservação sustentável dos oceanos; a Organização das Nações Unidas organiza pela primeira vez um "Festival dos Oceanos" que se iniciará no dia 4 de junho e tentará chamar atenção para a importância dos oceanos no mundo .

AMBIENTE

BEI e ABN Amro Bank vão apoiar transporte marítimo mais verde

O Banco Europeu de Investimento (BEI) e o ABN Amro Bank assinaram um acordo destinado a apoiar o desenvolvimento de uma frota europeia de marinha mercante mais verde. Em causa está um fundo de 150 milhões de euros, que é o primeiro do seu género acordado com uma instituição financeira holandesa.

O mar da Tasmânia está a brilhar (mas o motivo não é bom)

À primeira vista pode parecer um fenómeno agradável, mas esconde problemas ambientais sérios. O mar da Tasmânia está florescente e a culpa é das alterações climáticas, que provocam a subida da temperatura média da água do mar.

As águas estão bioluminiscentes devido à presença de um microorganismo chamado “noctiluca scintillans” ou brilho do mar, que emite uma brilhante luz azul, num mecanismo de auto-defesa.

Mesmo nas profundezas, os oceanos têm níveis «extraordinários» de poluição

Um grupo de cientistas descobriu níveis “extraordinários” de poluição em duas das zonas mais profundas dos oceanos, onde se pensava que as substâncias tóxicas criadas pelo Homem não chegavam em quantidades preocupantes. Uma investigação publicada por cientistas da Universidade de New South Wales, na Austrália, demonstra o contrário.

Descarbonização no transporte marítimo com riscos para o sector financeiro

As soluções do transporte marítimo rumo à descarbonização podem representar riscos para os Bancos que são credores de dívidas do sector avaliadas em 378,5 mil milhões de euros, de acordo com uma investigação levada a cabo pela Organização Não Governamental (ONG) Carbon War Room (CWR) e pela consultora universitária sobre o sector University Maritime Advisory Service (UMAS).

Energia dos oceanos pode gerar 680 mil empregos e poupar 500 milhões de toneladas em CO2

O sector energético associado aos oceanos pode criar 680 mil empregos directos e poupar 500 milhões de toneladas em emissões de CO2 até 2050, refere no seu último relatório o Ocean Energy Systems (OES), um programa inter-governamental que opera no âmbito da Agência Internacional de Energia.

ONU declara guerra ao plástico nos Oceanos

O Departamento de Ambiente das Nações Unidas lançou uma campanha global sem precedentes tendo em vista eliminar as principais fontes de poluição dos Oceanos com plásticos e microplásticos.

Nesse sentido, as nações Unidas instam mesmo os Governos a serem mais estritos nas suas políticas de imposição de redução de uso de plásticos, seja em sacos seja quaisquer tipos de produtos, bem como apelam igualmente ao lançamento de capanhas de consciencialização da população de forma a evitar que as consequências para os Oceanos se tornem irreversíveis.

Pesquisa brasileira identifica microalgas que geram biocombustíveis

Pesquisa de biocombustíveis realizada em Brasília pela Embrapa Agroenergia - empresa estatal brasileira de pesquisa agro-pecuária - identificou espécies de microalgas que podem ser cultivadas em resíduos líquidos de processamento em agroindústrias, gerando matéria-prima renovável.

Além dos combustíveis, podem ser gerados, entre outros produtos, rações e cosméticos. Os estudos duraram três anos e também identificaram espécies na biodiversidade brasileira.

Equate e Maersk Line firmam acordo para reduzir emissões de CO2 no transporte de contentores

Rumo a um meio ambiente mais sustentável, a dinamarquesa Maersk e a parceria de negócios Equate, empresa petroquímica do Kuwait, assinaram um acordo que dá prioridade ao combate ao aumento das emissões poluentes - as duas companhias comprometem-se a reduzir as emissões de CO2 em cerca de 15% em cada contentor transportado pela Maersk Line, entre 2017 e 2020.

Greenpeace faz pesquisa nos Corais da Amazónia

A expedição a bordo do navio Esperanza da organização não-governamental (ONG) Greenpeace, com pesquisadores brasileiros e ativistas ambientais, pela região dos chamados Corais da Amazónia, encontrou peixes que estão sob risco de extinção e possíveis novas espécies nos recifes de corais localizados na Foz do Rio Amazonas, considerada como uma das áreas nobres da costa norte do Brasil.

Energias renováveis arrancam em portos indianos

A Índia deu início ao processo de instalação de energias renováveis nos seus 12 principais portos, refere o World Maritime News. O processo envolve um investimento de cerca de 97 milhões de euros, no âmbito da Iniciativa Green Port, decorrente do Memorando de Entendimento assinado em 2015 entre a Associação Indiana de Portos e Solar Energy Corporation of India, será faseado e deverá estar terminado em 2018.

Código IGF já está em vigor

O Código Internacional para Navios a Gás e Outros Combustíveis de Baixa Combustão (International Code for Ships using Gases and other Low Flashpoint Fuels, ou IGF) entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2017, sendo aplicável a todos os navios com mais de 500 toneladas brutas que instalem sistemas de combustíveis de baixa combustão.

Marés já geram energia no Canadá

Localizada na costa leste do Canadá, entrou já em funcionamento a primeira turbina de produção de energia através das ondas da América do Norte, que vai fornecer electricidade a mais de 500 casas. Instalada no fundo da baía de Fundy, entre as províncias canadianas de Nova Escócia e Nova Brunswick, a turbina de maré está equipada com dois megawatts que está já a gerar “com sucesso energia renovável através do poder das marés”.

 Vídeo

PLAYLIST DE VÍDEOS LOBITO 2013

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Congresso Intercalar da APLOP - Rio de Janeiro - Março de 2012

Congresso Intercalar da APLOP - Rio de Janeiro - Março de 2012