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Um cisne pré-histórico navegava pelos mares com um berço às costas

Investigadores descobriram uma espécie de cisne que vagueava pelos mares e carregava as suas crias às costas, como uma espécie de berço. Os cientistas Hiroshige Matsuoka, da Universidade de Quioto, e Yoshikazu Hasegawa, do Museu Gunma de História Natural, analisaram ossos fossilizados, com mais de 11 milhões de anos, encontrados em 1995 e 2000, no rio Kabura e Usui, respetivamente.

O osso fossilizado encontrado em 2000 era de um novo género e espécie, apelidado de Annakacygna hajimei. Já o osso encontrado em 1995 era de uma segunda nova espécie maior, Annakacygna yoshiiensis. Ambos diferem dos cisnes modernos, já que não voavam e habitavam os mares.

Cientistas identificaram «tsunami» de vírus desconhecidos no oceano

Uma análise do material genético no oceano identificou milhares de vírus de ARN anteriormente desconhecidos e duplicou o número de filos, ou grupos biológicos, de vírus que se acredita existirem.

Os vírus de ARN são mais conhecidos pelas doenças que causam nas pessoas, desde a constipação até à covid-19. Eles também infetam plantas e animais importantes para as pessoas.

Estes vírus carregam as suas informações genéticas em ARN, em vez de ADN. Os vírus de ARN evoluem a taxas muito mais rápidas do que os vírus de ADN. Enquanto os cientistas catalogaram centenas de milhares de vírus de ADN nos seus ecossistemas naturais, os vírus de ARN têm sido relativamente pouco estudados.

Sparrow-Hawk, o último navio peregrino norte-americano, pode ter sido encontrado

Investigadores acreditam que os destroços de uma embarcação encontrados em 1863 pertencem ao Sparrow-Hawk, o último navio de transporte de peregrinos para a Nova Inglaterra.

Em 1626, uma pequena embarcação trouxe 25 passageiros e seus pertences da Europa para a América. O barco, conhecido como Sparrow-Hawk, não aguentou a viagem tempestuosa de seis semanas e naufragou.

Navio Endurance de Ernest Shackleton descoberto ao largo da Antártida

O navio Endurance, do explorador Ernest Shackleton, que naufragou em 1915, foi descoberto ao largo da Antártida, no Mar de Wedell, a 3.000 metros de profundidade mas em bom estado de conservação. Na altura, Shackleton descreveu esta zona como "a pior parte do pior mar do mundo" devido às suas condições de gelo.
“Estamos muito emocionados por termos localizado e capturado imagens do Endurance”, disse Mensun Bound, director da expedição de exploração organizada pela Falklands Maritime Heritage Trust.

Australianos acreditam ter encontrado os destroços do barco de James Cook

Investigadores do Museu Marítimo Nacional Australiano anunciaram ter encontrado os destroços do HMS Endeavour, a embarcação em que o explorador britânico James Cook viajou pela primeira vez até à Austrália.

Investigadores australianos anunciaram ter encontrado na costa leste dos Estados Unidos os destroços do barco em que James Cook viajou pela primeira vez até à Austrália, o HMS Endeavour.

Mais de 100 espécies fizeram um lar deste navio naufragado há 2.200 anos

Além de nos ligarem ao passado, os naufrágios proporcionam-nos tesouros muitas vezes inimagináveis. Recentemente, foram encontradas mais de 100 espécies animais distintas num navio naufragado há 2.200 anos.

Em meados do século III a.C., Roma e Cartago estiveram em combate. A primeira Guerra Púnica começou em 264 a.C., na Sicília, e prolongou-se durante 23 anos, com a República Romana a sair vitoriosa. Seguiram-se mais duas guerras que terminaram com o domínio romano sobre o Mar Mediterrâneo.

SERÃO DO TITANIC?

Misteriosos blocos de Tjipetir estão a aparecer em praias europeias

Em 2012, uma mulher encontrou um bloco escuro com a palavra “Tjipetir” inscrita numa praia na Cornualha, em Inglaterra, mas não deu importância à sua descoberta. No entanto, algumas semanas depois, encontrou outro bloco numa praia diferente e, sem saber, estava perante um fenómeno conhecido como o mistério dos blocos Tjipetir.

As baleias já andaram (sim, andaram) ao longo da costa da América do Norte

A descoberta de fósseis cada vez maiores está a ajudar os investigadores a compreender como é que as primeiras baleias chegaram ao continente americano.

Em 1973, o paleontólogo Peter Harmatuk encontrou um dente desconhecido na rocha de uma pedreira perto do Castelo Hayne, na Carolina do Norte. Segundo a Smithsonian, na altura, a identidade do dente não era clara e apenas foi possível averiguar que pertencia a um mamífero.

Dunkleosteus, o peixe que devorava tubarões com uma dentada

O Dunkleosteus era um peixe de dez metros, 3,6 toneladas e uma mandíbula que, quando se fechava sobre um tubarão, era capaz de o partir ao meio. “Um tubarão-branco grande provavelmente só consegue morder com metade dessa força”, comentou à Reuters Mark Westneat, do Museu Field de Chicago, e co-autor de um artigo publicado na revista científica Biology Letters, editada pela Royal Society britânica, onde descreve este fóssil, que viveu há cerca de 400 milhões de anos.

«Cemitério de navios» em lago pode ter até 2.500 embarcações afundadas

O lago Erie, nos Estados Unidos, é um verdadeiro “cemitério de navios”. Arqueólogos e historiadores acreditam que possam haver aqui até 2.500 embarcações afundadas.
O lago era uma importante rota de transporte na América do Norte durante o século XVIII. O Erie oferecia um acesso rápido para comerciantes e exploradores das 13 colónias e estados originais da América.
 

LOPE MARTÍN

O marinheiro afro-português que «abriu» o Pacífico e foi apagado da História

Entre 1415 e 1543, uma série de conquistas foram feitas por Portugal em viagens e explorações marítimas, marcando o nome dos portugueses nos anais da História. Vasco da Gama, Bartolomeu Dias, Gil Eanes, Pedro Álvares Cabral e Fernão de Magalhães são alguns dos nomes de marinheiros portugueses que ainda hoje são lembrados pelos seus feitos.

No entanto, um dos maiores marinheiros — e o primeiro a navegar das Américas para a Ásia e a voltar — foi um afro-português praticamente esquecido: Lope Martín.

JAMAICA

Port Royal, a cidade perdida dos piratas

Era o ano de 1692. Port Royal, a capital da Jamaica, era uma cidade rica, mas sua população não era exatamente nobre. Seus habitantes eram, em sua maioria, piratas, promotores de jogos de azar e prostitutas. Com um público desses, não é de se admirar que a cidade tenha tido um bar para cada 10 habitantes!

A cidade era muito importante para os ingleses, pois ficava numa rota de navegação entre a Espanha e o Panamá. Porém, esses mesmos ingleses não enviavam guardas, para fazer a segurança, nem dinheiro. O governador geral resolveu, então, contratar piratas para proteger a cidade dos ataques espanhóis e franceses.

A China tem a sua própria Atlântida, uma cidade perdida e submersa

Quem navega entre as ilhotas do Lago Qiandao, mal pode imaginar os tesouros que as suas águas encobrem. Repousando sobre o fundo do lago, a 40 metros de profundidade, está a antiga cidade de Shi Cheng, uma exímia representante da China Imperial.

A localidade é apelidada de “Atlântida chinesa” por ter sido encontrada submersa e em perfeitas condições, no ano de 2002. Ao contrário do que a alcunha alude, o lugar não foi afundado por forças da natureza ou por alguma intervenção divina, assim como as lendas sobre Atlântida sugerem. Shi Cheng encontra-se nesta condição por intervenção humana proposital.

Sete cidades antigas submersas pelo mar

Algumas das maiores cidades da civilização passaram da imponência terrena para o fundo do mar, grande parte devido aos desastres naturais que as arrastaram para a água. Conheça sete delas.

Estudo mostra que o navio Mary Rose tinha uma tripulação multiétnica

A análise dos restos mortais de parte da tripulação do navio de guerra Mary Rose, o favorito do rei Henrique VIII de Inglaterra, mostra a diversidade que já existia no período Tudor.

O navio de guerra Mary Rose afundou, a 19 de julho de 1545, ao largo de Portsmouth, durante a Batalha do Solent, tendo levado à morte da maioria dos seus 415 tripulantes. Em 1982, foi trazido à superfície e foram encontrados não só restos mortais de pelo menos 179 pessoas, como também milhares de objetos, desde armas e ferramentas a jogos.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Em 1985, um navio quebra-gelo e música clássica salvaram 2.000 baleias-beluga

Em 1985, várias baleias beluga foram avistadas na Península de Chukchi, a península mais oriental da Ásia. À primeira vista, os residentes locais ficaram contentes com o avistamento dos animais, mas demoraram pouco tempo a perceber que nem tudo estava bem.

Segundo o IFL Science, uma alteração no clima havia criado um enorme pedaço de gelo espesso, com cerca de quatro quilómetros de extensão, que ficou localizado entre os buracos de ar das baleias e o oceano aberto.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Vikings fizeram um barco numa caverna vulcânica para evitar o fim do mundo

Arqueólogos descobriram alguns artefactos raros do Médio Oriente numa caverna islandesa, que os Vikings associavam a Ragnarök, uma série de eventos da mitologia nórdica que conduziria ao fim do mundo.

De acordo com o site Live Science, a caverna está localizada perto de um vulcão que entrou em erupção há quase 1.100 anos, altura em que os Vikings colonizaram a Islândia.

O SS UNITED STATES BATEU TODOS OS RECORDS...

Agora, está a enferrujar no porto de Filadélfia

Outrora símbolo da indústria naval norte-americana, o SS United States, o maior navio transatlântico construído nos Estados Unidos, bateu todos os records. Agora, está a enferrujar no porto de Filadélfia.

O transatlântico SS United States ainda detém o recorde de velocidade para cruzar o Atlântico. Lançado em 1952, o navio tinha dupla “identidade”: civil e militar, já que dois terços dos 78 milhões de dólares necessários para a sua construção foram subsidiados pela Marinha dos Estados Unidos.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | BRASIL

Porto de Cabedelo inaugurado a 23 de Janeiro de 1935

O Porto de Cabedelo foi inaugurado a 23 de janeiro de 1935, mas a proposta e concepção datam de muito antes. Os primeiros passos no planeamento para a construção de um porto na enseada de Cabedelo (PB) datam do Segundo Reinado. Para isso, em 21 de abril de 1893, foi iniciada a primeira dragagem, através do vapor norueguês FORDEN KJOLD.

23 DE JANEIRO DE 1960

O homem chega ao ponto mais profundo do oceano

O homem chegou à Fossa das Marianas, o ponto mais profundo do oceano, a 23 de Janeiro de 1960, quando o batíscafo Trieste atingiu a Depressão Challenger, a 10916 metros de profundidade, levando os mergulhadores Don Walsh e Jacques Piccard. Em 1995, o mesmo ponto foi atingido pelo submarino-robô japonês Kaikō, recentemente perdido durante uma tempestade. Na única ocasião em que seres humanos estiveram no ponto mais profundo do globo, não havia como tirar fotografias, uma vez que as janelas do batíscafo foram diminuídas a tamanhos de moedas, para melhor resistir à pressão, e não existem registos visuais do evento.

 Vídeo

Sobrevoando a Restinga e a cidade do Lobito (Angola)

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 XII CONGRESSO DA APLOP | LUANDA, 2021 - Disponíveis todas as apresentações

 XII CONGRESSO DA APLOP | LUANDA, 2021 | Playlist com 23 vídeos no Youtube

 Acórdãos e Avisos da ANTAQ + Legislação avulsa

 Clipping com a actualidade dos portos brasileiros

 XII Congresso da APLOP | Luanda, 2021 | Alberto Bengue, Presidente da APANG

 XII Congresso da APLOP | Luanda, 2021 | Miguel Matabel

 XII Congresso da APLOP | Luanda, 2021 | Alcídio Nascimento

 XII Congresso da APLOP | Luanda, 2021 | Ted Lago

 XII Congresso da APLOP | Luanda, 2021 | Fátima Alves

 XII Congresso da APLOP | Luanda, 2021 | Nuno Araújo

 XII Congresso da APLOP | Luanda, 2021 | Lucas Rênio

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #1

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 Constituição da APLOP

Constituição da APLOP

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