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AFONSO CAMÕES

A minha língua na tua

(...) Não se percebe, a esta luz, que passados 20 anos, assinalados em breve, sobre a criação da CPLP não haja uma verdadeira aposta recíproca em transformar a geografia lusófona num verdadeiro mercado comum, facilitador de transações e de livre circulação, pondo termo a esse negócio hipócrita e corrupto que se esconde por detrás da teia burocrática e da concessão de vistos para viagens ou comércio.

OPINIÃO

Smart Ports | O papel das tecnologias de informação na Era dos Portos de Baixo Carbono

«Ao longo das últimas décadas, os principais portos do mundo passaram por diversos estágios de evolução que tiveram o seu início com o processo de informatização até ao conceito de “Porto Digital”.
A proximidade dos atores da cadeia de valor da logística com o fenómeno da Internet das Coisas (IoT) está a levar para o seio dos portos novas formas de recolher, partilhar e gerar valor a partir da informação. Estamos a assistir ao nascer de uma nova geração de portos apoiados por infraestruturas inteligentes, pela interconectividade das coisas e por processos de gestão otimizados pela geração de conhecimento fruto do processamento eletrónico de largos volumes de dados: - Os “Smart Ports”.

FRANCISCO JAIME QUESADO

As apostas da Floresta e do Mar

Portugal é hoje um país da linha da frente na promoção do mar como um fator de estratégia competitiva. A aposta que nos últimos anos se tem consolidado de reforço de uma “economia do mar” constitui a melhor evidência do impacto que a “partilha permanente do conhecimento” tem que ter na construção de uma plataforma social mais competitiva mas seguramente mais coesa do ponto de vista social e humano. Apostar no mar é desta forma um ato de primazia à inovação e conhecimento mas sem esquecer a capacidade inclusiva que a natureza tem que saber propiciar a uma sociedade cada vez mais complexa.

Alianças nos operadores marítimos, sinal de colapso do comércio mundial?

Se a fraca procura e o excesso de oferta está a pressionar os preços do frete e a conduzir à formação de sucessivas alianças, importa perceber também a relação de tudo isso com a saúde da própria economia global medida em termos de comércio.

ANGOLA

Logística é «cluster» prioritário para economia angolana

Angola tem em curso um plano de desenvolvimento da rede nacional de plataformas logísticas, baseadas em infra-estruturas que já existem e noutras que ainda vão ser criadas, um investimento a ser implementada ao longo da próxima década. O investimento no homem (versus betão) e na sua diversificação – é “instrumental para a estratégia do Governo”.

OPINIÃO

Energia Positiva - A resposta dos portos aos desafios da sustentabilidade

Quer no outro lado do Atlântico, quer na Europa, comprovamos que o caminho que está a ser percorrido, na adaptação dos portos às necessidades energéticas e desafios das alterações climáticas, pode atrair novos negócios, criar postos de trabalho, aumentar a receita, reduzir custos, melhorar a qualidade de vida das pessoas e a preservar os ecossistemas. Este é um caminho que está longe do horizonte da sustentabilidade, mas muito perto de obter resultados concretos em matéria de coesão social e territorial num horizonte de médio-curto prazo. Sigamos este rumo…

MIGUEL MATTOS CHAVES

Ainda o mar e Portugal | O universalismo de Portugal

Objectivamente e em termos geopolíticos, Portugal é uma área situada na periferia da Europa, à qual se encontra umbilicalmente ligado em termos geográficos, históricos, culturais, políticos e económicos. Portugal tem um perfil diferente dos demais Estados da Europa e do Noroeste Africano que partilham consigo uma zona a que alguns autores dão o nome de “Mediterrâneo Atlântico.

OPINIÃO

Green Logistics: O papel dos portos na economia circular

"2015 é o ano de virar a página aos “Objetivos do Milénio” para dar lugar aos “Objetivos da Sustentabilidade” e que surgem a reforço dos modelos de desenvolvimento preconizados pela “Economia Circular e de Baixo Carbono” rumo a um 2030 mais inclusivo e sustentável.

ANGOLA

Defender o espaço marítimo

Diz-se que os Estados marítimos foram “afortunados” pela natureza, alegadamente pelas vantagens consideráveis associadas ao acesso ao mar e aos recursos nele contidos. A verdade relacionada com esta percepção é, muitas vezes, directamente proporcional aos desafios ligados à protecção que esta importante e estratégica via de comunicação deve ter por parte dos Estados e dos povos.

Reflexões acerca de um novo modelo de gestão portuária no Brasil

Decorridos quase 14 anos da promulgação da Lei 8.630/93 (Lei de Modernização dos Portos), os portos brasileiros enfrentam sérios problemas operacionais. Apesar dos inúmeros progressos técnico-administrativos trazidos pelo diploma legal em análise, muitas deficiências ainda são observadas, quer por questões relacionadas a entraves burocráticos, quer pela absoluta ineficácia administrativa de seus órgãos gestores.

ROBERTO LOPES

As necessidades dos portos brasileiros

O sector portuário brasileiro, por onde circula cerca de 95% do comércio exterior, passa por um profundo processo de transformação, iniciado com o ciclo de concessões de operações à iniciativa privada a partir da lei 8.630 de 1993, chamada de Lei dos Portos, e que foi acelerado a partir da lei 12.815 de 2013, que abriu a possibilidade de construção de terminais e portos privados que adicionam modernidade e capacidade ao sistema logístico.

A luta pelo domínio dos mares

São gigantes do mar, salpicados das mais variadas cores dos contentores que transportam. No sector marítimo-portuário costuma-se dizer que a verdadeira caixa que mudou o mundo foi o contentor e não a televisão. E se a própria televisão chega hoje facilmente aos quatro cantos do mundo, dentro de um contentor, talvez isso prove que o sector não estará muito longe da verdade.

BRASIL

Hidrovias: um sistema mal aproveitado

Em 2013, ano da aprovação do novo marco regulatório portuário (Lei nº 12.815), o Porto de Santos movimentou 114 milhões de toneladas contra 33 milhões de toneladas em 1993, quando foi promulgada a antiga Lei dos Portos (nº 8.630). Para 2024, a previsão é que movimente 195 milhões de toneladas, mas há estimativas que prevêem 229 milhões.Dentro da atual matriz de transporte, que privilegia o transporte rodoviário, será impossível dar conta de tamanha demanda. A única saída estaria em aumentar a participação das ferrovias no transporte de carga dos atuais 15% para pelo menos 60%.

O mundo mudou e a CPLP está a mudar

Desde a sua criação, em 17 de Julho de 1996, até agora, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) assistiu a mudanças decisivas nas relações internacionais, que a levaram, também, a mudar o paradigma da sua existência.

POR CLÁUDIO CÉSAR SOARES

Ninguém é Santo na Praticagem

O prático – assessor do comandante do navio em águas locais cujas condições de navegabilidade específicas ele domina - remonta aos tempos do Código Hamurabi: conjunto de leis da Mesopotâmia cujo princípio basilar era a regra “olho por olho, dente por dente”. No Brasil, a praticagem foi estabelecida legalmente em 1808 por Dom João VI, na esteira da abertura dos portos às nações amigas.

POR MAURO LOURENÇO DIAS

Porto de Santos: a opção ferroviária

Responsável por 25,8% das movimentações da balança comercial brasileira, o Porto de Santos pode começar a apresentar maior fluidez no escoamento de cargas a partir do crescimento da utilização do modal ferroviário, abrindo espaço para um melhor aproveitamento do modal rodoviário, hoje praticamente em xeque na região, já que o cronograma das obras públicas na infraestrutura não acompanha o ritmo do comércio exterior.

Padrões de comércio em marítimo em mudança

Com a reanimação do crescimento do comércio mundial assiste-se a um aumento na necessidade dos portos lidarem com maiores volumes de carga.

Não se atrevam a mudar nome ao oceano Pacífico

Foi há 500 anos que um português chamou Pacífico ao maior dos oceanos. Agora, chineses, americanos, japoneses e coreanos querem transformar o batismo por Magalhães num contrassenso. Pelo menos é o que parece, após Pequim ter imposto uma zona de defesa aérea junto à sua costa, que está a ser ignorada apesar da ameaça implícita contra os aviões que não comuniquem o plano de voo.

POR JOÃO FIGUEIRA DE SOUSA

A Reinvenção da Relação Porto-Cidade como Oportunidade para as Cidades Portuárias

Desde o início da segunda metade do século XX que a problemática da relação porto-cidade tem vindo a merecer uma atenção particular por parte de várias disciplinas científicas que, de acordo com a abordagem que lhes é própria, têm estudado e interpretado diferentes dimensões deste processo. A Arquitectura e o Urbanismo, o Direito e a Economia, a Geografia e as Engenharias, contam-se entre estas disciplinas.

BRASIL

A importância de uma base de atendimento a emergências ambientais na operação portuária

Sabemos que 1 litro de óleo derramado em água pode vir a contaminar 1 milhão de litros de água. Pode-se, porém, afirmar que com toda a tecnologia de proteção ambiental que já dispomos no Brasil tal risco pode ser totalmente controlado. Para isso, é necessário implementar um Plano de Emergências, que, além de equipamentos e materiais disponíveis nas áreas de risco, contem com um corpo técnico e operacional, totalmente preparado e de prontidão 24 horas por dia, todos os dias do ano.

 Vídeo

PLAYLIST DE VÍDEOS LOBITO 2013

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP

Constituição da APLOP

Foto de família