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POR JOÃO FIGUEIRA DE SOUSA

A Reinvenção da Relação Porto-Cidade como Oportunidade para as Cidades Portuárias

Desde o início da segunda metade do século XX que a problemática da relação porto-cidade tem vindo a merecer uma atenção particular por parte de várias disciplinas científicas que, de acordo com a abordagem que lhes é própria, têm estudado e interpretado diferentes dimensões deste processo. A Arquitectura e o Urbanismo, o Direito e a Economia, a Geografia e as Engenharias, contam-se entre estas disciplinas.

BRASIL

A importância de uma base de atendimento a emergências ambientais na operação portuária

Sabemos que 1 litro de óleo derramado em água pode vir a contaminar 1 milhão de litros de água. Pode-se, porém, afirmar que com toda a tecnologia de proteção ambiental que já dispomos no Brasil tal risco pode ser totalmente controlado. Para isso, é necessário implementar um Plano de Emergências, que, além de equipamentos e materiais disponíveis nas áreas de risco, contem com um corpo técnico e operacional, totalmente preparado e de prontidão 24 horas por dia, todos os dias do ano.

NICOLAU SANTOS

Quando o Brasil descobriu Portugal

Será o Brasil o maior país da América do Sul precisamente porque a corte portuguesa aí se instalou há 200 anos? Tudo indica que sim, defende Nicolau Santos.

JOSÉ VEGAR

O adeus para sempre

Nos últimos cinco séculos da sua história, nunca os portugueses estiveram tão perto de perder de modo irremediável e definitivo os laços com África. Artigo de opinião de José Vegar.

POR ALEXANDRE CALDAS

Cooperação em Português: da Diplomacia à Acção nos territórios

Num momento tão decisivo da vida económica e social do Povo Português, torna-se absolutamente crítica a definição dos grandes rumos estratégicos da nossa sociedade para Portugal. Neste sentido, sem dúvida, um dos eixos estratégicos fundamentais da nossa acção política e social deve ser a correcção da estratégia do passado, e a aposta decisiva e estratégica na cooperação em rede com os Países de Língua Portuguesa, espalhados pelo mundo.

POR LUIS MAH

A Ásia e o retorno do Estado

Num momento em que se começa a assistir a uma transferência progressiva do poder do Ocidente para a Ásia, talvez consigamos encontrar na ascensão deste continente algumas respostas importantes para os debates da Europa actual.

A Cooperação Sul-Sul e os interesses brasileiros em África

A parceria entre países emergentes e em desenvolvimento encontroua sua melhor expressão em África, onde o Brasil ajuda a combater a fome e a sida, mas também é acusado de agir a favor dos próprios interesses económicos.

POR RUBEN EIRAS

Moçambique: a potência energética do Índico

Moçambique será, a médio prazo, a potência energética do Índico. As enormes reservas de gás natural e de carvão estão a transformar profundamente a importância geopolítica do país africano oriental de língua portuguesa.

ANA PAULA RAPOSO NA REVISTA «CLUSTER DO MAR»

A segurança da cadeia logística internacional na perspectiva aduaneira

A “segurança” tem sido nos últimos anos uma das maiores preocupações à escala global. Cada área de intervenção tem definido os seus próprios procedimentos de segurança e legislado sobre a implementação de mecanismos de controlo, o que é demonstrativo da importância que lhe é atribuída ao mais alto nível.

ADRIANO MOREIRA NA REVISTA «CLUSTER DO MAR»

A CPLP e o Mar

Portugal está numa posição nessa área marítima em que me parece de primeira evidência que se não for ter com o Mar é o Mar que vem ter com ele, e a iniciativa parece a decisão mais apropriada. E é neste ponto que a sua ligação com a CPLP parece exigir valorização e fortalecimento.
Em primeiro lugar notando a evidência de que todos os Estados da CPLP são marítimos, que todos são Estados em vias de desenvolvimento e a maioria pobres, uma condição que a todos obriga à necessidade de viverem sobre a terra e sobre o mar.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Apostar nos Portos da CPLP

Tem vindo a afirmar-se no contexto da CPLP, que este conjunto de países de língua comum é, e deve ser cada vez mais, uma força no xadrez mundial em termos económicos.
Ora, as forças económicas mundiais carecem de estratégia comum e de fontes de poder.
Um dos temas que liga os países da CPLP é o Mar, que foi a via de comunicação durante séculos entre estes países, hoje mais restringida devido ao contexto histórico.
O Mar pode ser novamente uma grande fonte de poder destes países da CPLP, a renovar e a materializar em fluxos de cargas e navios, tendo por base o recurso às infra-estruturas portuárias de cada um destes países e às suas cadeias logísticas marítimas e terrestres.

POR LUÍS SOUSA

APLOP - Uma «língua» e uma «linguagem» comum para o mar

Segundo números do Worl Fact Book da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos da América, a APLOP representa um total de cerca de 15.000 Km de costa, distância que se encontra no ranking dos 10 países com maiores costas do mundo, entre o nono lugar da China e oitavo dos Estados Unidos da América.
No domínio da exploração de recursos piscatórios de forma sustentada, também se registam números expressivos. A Zona Económica Exclusiva (ZEE) que a APLOL representa, tendo em conta números da organização Sea Around Us Project , atinge uma área que ronda os 7,2 milhões de km2, o que a coloca um pouco abaixo da ZEE da Rússia, a quarta maior do mundo.
 

EX-MINISTRO BRASILEIRO DELFIM NETTO

Dar uma oportunidade à Lei dos Portos

Mas a grande verdade é que o modelo de gestão portuária nela contemplado ainda carece de implementação completa e eficaz - especialmente no que concerne às funções do poder público. Em ambiente concorrencial de excelência e competitividade, o mercado de transporte marítimo e seu irmão siamês, o portuário, tornaram-se crescentemente solicitados.

Oportunidades na Lusofonia

Escrever sobre a importância da Lusofonia, no atual contexto quase que parece redundante, tantos são os artigos, notícias e conferências sobre esta temática. No entanto, o objetivo não é captar a atenção do leitor para a importância da lusofonia, mas para as oportunidades que a lusofonia promove.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

Os Portos Angolanos devem ser Hubs de Transhipment e Trânsito

As ligações marítimas que servem o sistema logístico de Angola utilizam cinco portos principais que movimentam cerca de 14 milhões de toneladas de cargas por ano, sem petróleo. O porto de Luanda importa cerca de 10 milhões de toneladas, mais de metade das quais contentorizadas, representando mais de 80% dos contentores movimentados nos portos angolanos. Este movimento é operado em escassa frente de cais utilizável, no limite da sua capacidade operacional e económica, sendo um porto asfixiado pela cidade nas suas acessibilidades terrestres, nas ligações logísticas e na potencialidade de expansão, carecendo de novo porto fora da cidade.

POR DELFIM VIDAL SANTOS

A importância estratégica dos portos marítimos em Angola

Angola está hoje dotada de portos marítimos que constituem uma plataforma crucial para incremento do comércio externo e do investimento, os quais são essenciais para a afirmação do país como um centro logístico a ter em conta, quer num contexto regional no seio do Golfo da Guiné, quer no âmbito mais alargado do comércio internacional.
Com efeito, mais de 90 por cento das importações angolanas chega ao território por via marítima, o que reforça a aposta do Estado angolano na reconstrução de várias infra-estruturas necessárias para fazer face ao aumento do tráfego marítimo e da capacidade de descarga e desalfandegamento, assim como na reabilitação dos portos existentes ao longo do território.

BRASIL | POR LUÍS NASSIF

A geopolítica do pré-sal

Na montagem da regulação do pré-sal, um dos ângulos relevantes abordados foi o geopolítico. Qual o papel que o Brasil desempenhará no mundo nas próximas décadas e quais os pontos que terão que ser desde já observados para não comprometer sua função.
Incumbido de desenhar o projecto, um dos aspectos que mais chamou a atenção do Grupo de Trabalho foi a ferocidade chinesa, atrás de empresas e de reservas de matérias primas. Em uma licitação recente, a Petrobras ofereceu US$ 700 milhões de bônus para participar; os chineses cobriram com um lance de US$ 1,3 bi.
A recente compra da argentina Repsol comprovou que se se abrisse o pré-sal para licitações simples, os chineses acabariam levando todos os campos.

POR HELENA OLIVEIRA

O tempo de África

Um crescimento económico sustentado e um aumento significativo em investimento directo estrangeiro são apenas dois capítulos na narrativa emergente do continente africano na última década. Um estudo publicado pela consultora Ernst & Young, que mistura números e histórias, comprova que África está aberta aos negócios. E que Portugal foi o país que mais projectos realizou em Angola.

CORSINO TOLENTINO

«Um ano da China»

Os números do AEO provam que os prognósticos apocalípticos anunciados em 2009 pelos organismos internacionais sobre as economias africanas não se cumpriram. O FMI, o Banco Mundial e os principais bancos privados de crédito tinham previsto o colapso da região como consequência inevitável da paralisação do comércio mundial e dos fluxos financeiros para África.

CRISTIANO CECHELLA

A afinidade cultural e os investimentos das empresas brasileiras em Portugal - I

A relevância da afinidade cultural nas relações económicas entre países é actualmente estudada dentro do contexto da liberalização e integração das economias, através da formação dos chamados espaços linguísticos internacionais. A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e, neste caso, de Portugal e do Brasil, enquadram-se neste fenómeno, pois é a partir do novo cenário de globalização que começou um movimento sistemático de capitais entre os dois países, sobretudo a partir dos anos noventa, sendo que na actualidade está a destacar-se outro país lusófono: Angola.

 Vídeo

PLAYLIST DE VÍDEOS LOBITO 2013

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)

Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)
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