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PONTO DE INTERROGAÇÃO

O que diz o Tratado da Antártica de 1959?

O que diz ele? Em primeiro lugar, que nenhum Estado renuncia ao direito de soberania que entenda que tenha sobre a Antártica. Os Estados entendem que a Antártica deve ser usada somente para fins pacíficos, para fins de pesquisa científica, sendo proibido qualquer tipo de manobra militar na região, qualquer exploração de recursos vivos e minerais. Então as partes se reúnem periodicamente, para trocar experiências sobre a pesquisa, sobre os diferentes interesses que tenham sobre o continente.

PONTO DE INTERROGAÇÃO

Qual o conceito de navio?

Qual o conceito de navio? Está na Convenção de Montego Bay sobre Direito do Mar. Em 1958 começaram as primeiras codificações em Genebra. Foram quatro: uma sobre o mar territorial e a zona contígua, uma sobre o alto mar, uma sobre a conservação dos recursos vivos do alto mar, e uma sobre a plataforma continental. Na convenção de Montego Bay de 1982, grande parte das convenções foram absorvidas e disciplinadas. Muitos Estados não ratificaram a Convenção de Montego Bay, como os Estados Unidos. Para esses Estados, então, aplicam-se as regras das convenções de Genebra de 1958 e também o Direito Costumeiro.

PONTO DE INTERROGAÇÃO

O que são águas interiores?

O que são águas interiores? Pensamos logo em rios, lagos, cachoeiras... Nada disso é água interior. Na verdade, elas são águas do mar. Os rios e lagos têm disciplina jurídica à parte. Águas interiores são águas do mar que ficam aquém da linha de base do mar territorial. Vamos definir o que é linha de base do mar territorial.

 

As bandeiras de conveniência

Se as potências mundiais fossem definidas pela quantidade de registos dos seus navios, de certeza absoluta que o pequeno Panamá e a destruída e pobre Libéria seriam hoje países do chamado "primeiro mundo", pois é muito comum vermos em qualquer porto a predominância de navios arvorando bandeiras destes dois países em grande quantidade.
 

PONTO DE INTERROGAÇÃO

Porque é que a água do mar é mais salgada em alguns dias do que noutros?

Porque é que a água do mar é mais salgada em alguns dias do que noutros? A Marinha responde a esta pergunta, em dossier da revista "Sábado". Leia a resposta aqui.

DE 9 A 12 DE NOVEMBRO, NO PORTO | PORTUGAL

IV Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica (IVSLBCH)

Depois do Rio de Janeiro (2005), Lisboa (2007) e Ouro Preto (2009), será a vez da cidade e da Universidade do Porto receberem o IV Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica, que congregará investigadores, docentes e estudantes empenhados no conhecimento, estudo e divulgação da Cartografia histórica, que se reúnem de dois em dois anos, alternadamente, no Brasil e em Portugal.

MAR GRÁFICO

Peixe-aranha

A 6 E 7 DE NOVEMBRO, EM FORTALEZA, NO BRASIL

IX Seminário Internacional de Logística

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #1

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)

Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)