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Documentário BBC - Terra: O Poder do Planeta - Oceanos

Prepare-se para presenciar um verdadeiro e assombroso espectáculo. Mergulhe em oceanos e escale montanhas para conhecer o catastrófico passado e o violento presente do nosso planeta. Os eventos aqui registados são assustadores e fascinantes! Sabia que todos os anos uma média de 18.000 meteoritos cai na Terra?; que apenas 7,4 km abaixo de si a temperatura chega a 3.000 graus?; ou que o topo do Monte Everest um dia já foi o fundo do oceano?

NATHALIE REY DA SILVA

Visualização 3D de dados oceanográficos simulados

A Oceanografia é o estudo das características físicas e biológicas dos oceanos e dos mares. Diversos aspectos climáticos e meteorológicos são afectados pelo comportamento do oceano. Além disso, no fundo oceânico existem grandes depósitos de minerais, como petróleo e gás.
A simulação oceânica consiste em realizar previsões do seu comportamento, através do processamento de modelos numéricos. Com o avanço do poder computacional, grandes volumes de dados são gerados, obtendo com isso uma maior exactidão das informações. Assim, ferramentas para a visualização destes dados tornam-se imprescindíveis para auxiliar os oceanógrafos na análise e interpretação das informações.

Correntes marítimas como nunca antes tinham sido vistas

Assombroso vídeo da Agência Espacial Norte-americana (Nasa), mostrando o vai e vem das correntes marítimas ao longo do globo.

A maior caverna subaquática da Rússia

A Gruta Ordinskaya fica a leste da região de Perm Horde, na margem esquerda do rio Kungur. Trata-se da maior caverna subaquática da Rússia e da segunda maior da Eurásia. A gruta é formada por duas partes: uma externa, acima do rio, que é seca, e a parte que fica debaixo d’água.

E se a água dos oceanos fosse doce?

As mudanças seriam tão grandes quanto o volume de sais que existe no mar: hoje, se os oceanos secassem, o planeta poderia ser coberto por uma camada de sal com 150 metros de espessura! A maior parte é sal de cozinha (cloreto de sódio). O resto são sais de enxofre, magnésio, cálcio e potássio, entre outros.

JÁ TINHA OUVIDO FALAR?

Mapa Múndi Suleado

Este mapa múndi está cinematicamente correcto para um observador do hemisfério sul, porque, de acordo com a física, tudo o que é observado (no caso a distribuição mundial do espaço) depende do referencial. Neste mapa, a cidade referencial é Sydney, na Austrália; portanto, esta é a maneira mais correcta de se ver o mundo para quem está lá, com o sul geográfico "para cima".
Podemos perceber também que a posição de Sydney está como estaria Paris na maioria dos mapas, no centro e acima do globo terrestre, o que mostra o carácter cultural da elaboração dos mapas.

POLÉMICAS EM TORNO DA CINEMÁTICA DOS MAPAS

NORTE para cima? NORTE para baixo?

"Mapas são representações/descrições do espaço. Portanto, representações não são absolutas! Dependem de onde se está observando o espaço (do ponto de vista da cinemática), assim como do contexto sócio-cultural de quem está fazendo a descrição!" - defende Sérgio Lima.
O conceito mais importante aqui é que numa Terra quase esférica, o “em cima” e o “em baixo” dependem do observador! Portanto, a escolha do Norte Geográfico para cima ou do Sul Geográfico para cima num mapa é relativa.

VÍDEO

A evolução da cartografia

O início do desenvolvimento da CARTOGRAFIA, ou seja, da ciência, da técnica e da arte de representação da superfície da Terra (ou parte dela), data dos primórdios da história humana. Mesmo antes de saber escrever o Homem já fazia desenhos para representar o espaço em que vivia.
A CARTOGRAFIA foi também uma forma de expressão da cultura e das crenças dos povos. É por isso que os mapas primitivos e antigos constituem um património cultural de valor inestimável.

VÍDEOS

A Grande História dos Mapas

De 1000 a.C. até ao Google Earth, as funções dos mapas e a influência do contexto político e científico para a evolução da cartografia. Uma produção da BFC com a participação da France 5. Documentário com 53 minutos.

Cartografia e educação cartográfica

O Professor Rafael Sanzio falando da importância do conhecimento da cartografia. E do bom uso e ensino da mesma.

PULAU SEMAKAU, SINGAPURA

A ilha artificial que é um aterro sanitário e... atracção turística!

Quatro meses de espera é o tempo que leva para os turistas conhecerem um aterro sanitário em Cingapura, o Pulau Semakau, cujo número de visitantes triplicou nos últimos cinco anos, passando de 4.000, em 2005, para 13.000, em 2010.
Mas o local não é um lixão. É uma ilha artificial que lembra uma reserva natural, apesar das 9,8 milhões de toneladas de lixo incinerado que ficam a cerca de 30 centímetros abaixo da superfície.

Os 12 lagos mais belos do mundo

Das Filipinas ao Canadá, dos Estados Unidos ao Malawi, passando pela Guatemala, uma selecção de doze lagos que nos oferecem cenários de extasiar.

RIO DE JANEIRO

Ilha Fiscal, o último baile - Baía de Guanabara

A Ilha Fiscal fica na Baía de Guanabara, junto às instalações do estaleiro da Marinha do Brasil e fronteira ao centro histórico da Cidade do Rio de Janeiro, em frente à Av. Presidente Vargas e à Igreja da Candelária, próximo ao Paço Imperial da Praça XV.

FOSSA DAS MARIANAS

O local mais profundo de todos os oceanos

A Fossa das Marianas é o local mais profundo de todos os oceanos. Com uma profundidade aproximada de 11.034 metros, é um dos locais menos conhecidos do mundo. Localiza-se no Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas. Geologicamente, a fossa das Marianas é o resultado geomorfológico de uma zona de subducção.

Cientistas descobrem quatro «pontes» na Fossa das Marianas

Uma expedição para mapear o fundo dos oceanos descobriu que a Fossa das Marianas, no Pacífico, o ponto mais profundo do planeta, é atravessada por quatro "pontes". A missão, liderada por James Gardner e Andrew Armstrong, da Universidade de New Hampshire, dos EUA, demorou três meses - de Agosto a Outubro de 2010 - a mapear os 400 quilómetros quadrados da Fossa.
Descobriu quatro "pontes" que se elevam até 2500 metros acima do fundo do oceano, que atinge aqui a profundidade máxima de 10 994 metros, na chamada Depressão Challenger. Uma leitura que também é nova (mesmo com uma margem de erro de 40 metros), já que anteriormente se pensava que a profundidade seria no máximo de 10 916 metros.

TORDESILHAS

Todos conhecem o tratado. E a cidade?

Tordesilhas é uma pequena cidade localizada entre Valladolid e Salamanca. É historicamente famosa por ter sido ali que Espanha e Portugal assinaram em 1494 um Tratado para dividir as terras do Novo Mundo. Vale a pena visitar as casas do Tratado (agora museu) e o notável Convento de Santa Clara, com um deslumbrante pátio mourisco com vista para o rio Douro e a capela principal.

Alemães em busca dos mistérios do mar

Cientistas das universidades de Freiberg e de Kiel descobriram na Oceania uma cadeia submarina com 20 vulcões, rica em minerais, inclusive ouro. Os pés dos vulcões, ainda activos, ficam a 1800 metros de profundidade. Tal concentração é um fenómeno raro no planeta.
A alta concentração de vulcões ainda activos e com picos a mil metros de altura (a partir do fundo do mar) pode ser uma ameaça ao Reino de Tonga. Uma erupção representaria um enorme risco para as populações das 40 ilhas permanentemente habitadas do arquipélago.

BERLIM

Mostra revela códigos cartográficos dos trópicos

Quem nasceu numa era em que se pode navegar pelo globo através do Google Earth dificilmente entenderá as dificuldades de mapear o mundo em épocas passadas. Hoje é difícil de imaginar a sensação de viver num mundo não cartografado e sem limites definidos e a dificuldade de civilizações anteriores em representar paisagens e espaços percorridos e imaginados.
A exposição Vermessen – Kartographie der Tropen (Desmedido – Cartografia dos Trópicos), a ser vista no Museu Etnológico de Berlim até 27 de Agosto, mostra a discrepância das representações espaciais de diferentes civilizações e épocas. A ideia da mostra é confrontar as concepções cartográficas do Velho Mundo com modelos espaciais concebidos nos trópicos.

Habitantes de Kiribati querem ir todos para as Fiji

Kiribati, um pequeno país formado por 32 atóis e uma ilha-vulcão no Oceano Pacífico, quer mudar-se para as Fiji. O Beretitenti (Presidente) está a negociar a compra de 20km2 nas Fiji para mudar para lá toda a população. Se os 103 mil habitantes já viviam apertados, em 811 km2, vão passar a viver ainda mais juntos.
Não se trata de um capricho dos governantes em Tarawa (a capital). Kiribati vai desaparecer devido à subida das águas provocada pelas alterações climáticas.

ORMUZ

Muito estreito, muito estratégico

O Estreito de Ormuz é um pedaço de oceano relativamente estreito entre o Golfo de Omã a sudeste e o Golfo Pérsico a sudoeste. Na costa norte encontra-se o Irão; na costa sul os Emirados Árabes Unidos e um enclave de Omã.

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

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 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

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 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

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 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

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 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

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 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Congresso Intercalar da APLOP - Rio de Janeiro - Março de 2012

Congresso Intercalar da APLOP - Rio de Janeiro - Março de 2012