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JÁ TINHA OUVIDO FALAR?

Mapa Múndi Suleado

Este mapa múndi está cinematicamente correcto para um observador do hemisfério sul, porque, de acordo com a física, tudo o que é observado (no caso a distribuição mundial do espaço) depende do referencial. Neste mapa, a cidade referencial é Sydney, na Austrália; portanto, esta é a maneira mais correcta de se ver o mundo para quem está lá, com o sul geográfico "para cima".
Podemos perceber também que a posição de Sydney está como estaria Paris na maioria dos mapas, no centro e acima do globo terrestre, o que mostra o carácter cultural da elaboração dos mapas.

POLÉMICAS EM TORNO DA CINEMÁTICA DOS MAPAS

NORTE para cima? NORTE para baixo?

"Mapas são representações/descrições do espaço. Portanto, representações não são absolutas! Dependem de onde se está observando o espaço (do ponto de vista da cinemática), assim como do contexto sócio-cultural de quem está fazendo a descrição!" - defende Sérgio Lima.
O conceito mais importante aqui é que numa Terra quase esférica, o “em cima” e o “em baixo” dependem do observador! Portanto, a escolha do Norte Geográfico para cima ou do Sul Geográfico para cima num mapa é relativa.

VÍDEO

A evolução da cartografia

O início do desenvolvimento da CARTOGRAFIA, ou seja, da ciência, da técnica e da arte de representação da superfície da Terra (ou parte dela), data dos primórdios da história humana. Mesmo antes de saber escrever o Homem já fazia desenhos para representar o espaço em que vivia.
A CARTOGRAFIA foi também uma forma de expressão da cultura e das crenças dos povos. É por isso que os mapas primitivos e antigos constituem um património cultural de valor inestimável.

VÍDEOS

A Grande História dos Mapas

De 1000 a.C. até ao Google Earth, as funções dos mapas e a influência do contexto político e científico para a evolução da cartografia. Uma produção da BFC com a participação da France 5. Documentário com 53 minutos.

Cartografia e educação cartográfica

O Professor Rafael Sanzio falando da importância do conhecimento da cartografia. E do bom uso e ensino da mesma.

PULAU SEMAKAU, SINGAPURA

A ilha artificial que é um aterro sanitário e... atracção turística!

Quatro meses de espera é o tempo que leva para os turistas conhecerem um aterro sanitário em Cingapura, o Pulau Semakau, cujo número de visitantes triplicou nos últimos cinco anos, passando de 4.000, em 2005, para 13.000, em 2010.
Mas o local não é um lixão. É uma ilha artificial que lembra uma reserva natural, apesar das 9,8 milhões de toneladas de lixo incinerado que ficam a cerca de 30 centímetros abaixo da superfície.

Os 12 lagos mais belos do mundo

Das Filipinas ao Canadá, dos Estados Unidos ao Malawi, passando pela Guatemala, uma selecção de doze lagos que nos oferecem cenários de extasiar.

RIO DE JANEIRO

Ilha Fiscal, o último baile - Baía de Guanabara

A Ilha Fiscal fica na Baía de Guanabara, junto às instalações do estaleiro da Marinha do Brasil e fronteira ao centro histórico da Cidade do Rio de Janeiro, em frente à Av. Presidente Vargas e à Igreja da Candelária, próximo ao Paço Imperial da Praça XV.

FOSSA DAS MARIANAS

O local mais profundo de todos os oceanos

A Fossa das Marianas é o local mais profundo de todos os oceanos. Com uma profundidade aproximada de 11.034 metros, é um dos locais menos conhecidos do mundo. Localiza-se no Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas. Geologicamente, a fossa das Marianas é o resultado geomorfológico de uma zona de subducção.

Cientistas descobrem quatro «pontes» na Fossa das Marianas

Uma expedição para mapear o fundo dos oceanos descobriu que a Fossa das Marianas, no Pacífico, o ponto mais profundo do planeta, é atravessada por quatro "pontes". A missão, liderada por James Gardner e Andrew Armstrong, da Universidade de New Hampshire, dos EUA, demorou três meses - de Agosto a Outubro de 2010 - a mapear os 400 quilómetros quadrados da Fossa.
Descobriu quatro "pontes" que se elevam até 2500 metros acima do fundo do oceano, que atinge aqui a profundidade máxima de 10 994 metros, na chamada Depressão Challenger. Uma leitura que também é nova (mesmo com uma margem de erro de 40 metros), já que anteriormente se pensava que a profundidade seria no máximo de 10 916 metros.

TORDESILHAS

Todos conhecem o tratado. E a cidade?

Tordesilhas é uma pequena cidade localizada entre Valladolid e Salamanca. É historicamente famosa por ter sido ali que Espanha e Portugal assinaram em 1494 um Tratado para dividir as terras do Novo Mundo. Vale a pena visitar as casas do Tratado (agora museu) e o notável Convento de Santa Clara, com um deslumbrante pátio mourisco com vista para o rio Douro e a capela principal.

Alemães em busca dos mistérios do mar

Cientistas das universidades de Freiberg e de Kiel descobriram na Oceania uma cadeia submarina com 20 vulcões, rica em minerais, inclusive ouro. Os pés dos vulcões, ainda activos, ficam a 1800 metros de profundidade. Tal concentração é um fenómeno raro no planeta.
A alta concentração de vulcões ainda activos e com picos a mil metros de altura (a partir do fundo do mar) pode ser uma ameaça ao Reino de Tonga. Uma erupção representaria um enorme risco para as populações das 40 ilhas permanentemente habitadas do arquipélago.

BERLIM

Mostra revela códigos cartográficos dos trópicos

Quem nasceu numa era em que se pode navegar pelo globo através do Google Earth dificilmente entenderá as dificuldades de mapear o mundo em épocas passadas. Hoje é difícil de imaginar a sensação de viver num mundo não cartografado e sem limites definidos e a dificuldade de civilizações anteriores em representar paisagens e espaços percorridos e imaginados.
A exposição Vermessen – Kartographie der Tropen (Desmedido – Cartografia dos Trópicos), a ser vista no Museu Etnológico de Berlim até 27 de Agosto, mostra a discrepância das representações espaciais de diferentes civilizações e épocas. A ideia da mostra é confrontar as concepções cartográficas do Velho Mundo com modelos espaciais concebidos nos trópicos.

Habitantes de Kiribati querem ir todos para as Fiji

Kiribati, um pequeno país formado por 32 atóis e uma ilha-vulcão no Oceano Pacífico, quer mudar-se para as Fiji. O Beretitenti (Presidente) está a negociar a compra de 20km2 nas Fiji para mudar para lá toda a população. Se os 103 mil habitantes já viviam apertados, em 811 km2, vão passar a viver ainda mais juntos.
Não se trata de um capricho dos governantes em Tarawa (a capital). Kiribati vai desaparecer devido à subida das águas provocada pelas alterações climáticas.

ORMUZ

Muito estreito, muito estratégico

O Estreito de Ormuz é um pedaço de oceano relativamente estreito entre o Golfo de Omã a sudeste e o Golfo Pérsico a sudoeste. Na costa norte encontra-se o Irão; na costa sul os Emirados Árabes Unidos e um enclave de Omã.

Supercontinente Amásia deverá formar-se junto ao Pólo Norte

A Terra terá um novo supercontinente dentro de 50 a 200 milhões de anos. Amásia resultará da junção da América e da Ásia junto ao oceano árctico, estimam geólogos da Universidade de Yale num artigo publicado na revista Nature.
Os actuais continentes do planeta serão empurrados para uma massa de terra única, em redor do Pólo Norte, escrevem os investigadores, que propõem um modelo dos movimentos lentos dos continentes nas próximas dezenas de milhar de anos (Descarregue o estudo, em PDF)

10 belas praias escondidas, mundo fora

Não há nada como ter a sensação de "descobrir" uma praia, podendo aproveitá-la sem ser incomodado por ninguém. O "Terra" selecionou dez praias onde tem boas chances de estar sozinho sobre a areia.

Os melhores lugares para assistir às luzes da aurora boreal

A notícia de que o fenómeno conhecido como Aurora Borea foi um dos mais intensos dos últimos anos, acendeu a curiosidade de vários turistas pelo mundo. A Noruega, por exemplo, tem os seus vilarejos ao norte cada vez mais famosos por conta das tempestades solares que causam as luzes. Estima-se que o espectáculo desse ano foi o mais forte nos últimos seis.

Satélites da ESA detectam abundância de água doce no Árctico

Satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) mostram que nos últimos 15 anos se acumulou uma grande quantidade de água doce no Árctico. Uma mudança na direcção do vento pode fazer com que esta água seja derramada no Atlântico Norte, arrefecendo, assim, a Europa. Desde 2002, a superfície do oceano na área estudada subiu 15 centímetros, e o volume de água aumentou 8 mil quilómetros cúbicos, o que equivale a 10 por cento de toda a água doce do Árctico. Os resultados deste estudo estão publicados na versão online da «Nature Geoscience».

PARAÍSOS DA LUSOFONIA | GUINÉ-BISSAU

Arquipélago dos Bijagós

O Arquipélago dos Bijagós faz parte da Guiné-Bissau e é constituído por 88 ilhas situadas ao largo da costa africana, classificadas pela UNESCO como reserva da biosfera. Esta reserva conta com uma diversificada fauna na qual se contam, entre outras espécies, macacos, hipopótamos, crocodilos, aves pernaltas, tartarugas marinhas e lontras.
O arquipélago tem uma área total de 2.624km2 e uma população de cerca de 30.000 habitantes (2006).

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #1

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)

Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)