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29 DE MARÇO DE 1952

Relato da chegada do «Vera Cruz» a Santos

A chegada de um transatlântico em viagem inaugural a Santos, como a do Vera Cruz, em 1952, representava mais que uma curiosidade de milhares de pessoas que se aglomeravam junto às muretas da Ponta da Praia. Era um acontecimento político, social e cultural dos mais importantes envolvendo Brasil e Portugal.
Não era sem razão que essa viagem inaugural, especificamente, ao tocar no porto do Rio de Janeiro, em 29 de março de 1952 (um sábado), o navio trazia a bordo dezenas de editores e jornalistas dos principais jornais portugueses, para registrar nos diários lusitanos, por exemplo, a acolhida que o Vera Cruz teve assim que sua silhueta surgiu na Baía da Guanabara.

ALGO MAIS QUE UM PARAÍSO!

Empatia pelos brasileiros

Um grupo de 15 estrangeiros desembarca no porto do Rio de Janeiro em Abril de 1865 para estudar os peixes da Amazónia. À frente está o naturalista suíço Louis Agassiz, acompanhado de sua mulher, Elizabeth Cary Agassiz, um artista, um aprendiz de fotógrafo e uma trupe de cientistas e estudantes. Entre tantos estudiosos, um americano chamado William James, académico de medicina de 23 anos, pode ter passado despercebido. Mas aquela viagem é considerada uma importante influência na obra de James, que fundou, nas décadas seguintes, a teoria filosófica do Pragmatismo – cada indivíduo, em contacto com a realidade, seria capaz de testar e escolher os pensamentos que melhor respondessem aos problemas colocados pelo mundo exterior.

BRASIL

Hamburg Süd comemora 125 anos de contrato especial com D. Pedro II

A Hamburg Süd celebrou a 28 de setembro os 125 anos da assinatura da carta de D. Pedro II que autorizava a empresa a actuar em águas brasileiras. A data é de grande importância para a armadora alemã, pois foi quando se reafirmou a parceria para o desenvolvimento da economia do Brasil.

O diário da viagem de Vasco da Gama à Índia inscrito na lista da Memória do Mundo

A UNESCO destaca a importância que a viagem do navegador português teve no desencadear de “uma série de acontecimentos que viriam a transformar o mundo”.

13 A 27 DE JUNHO

Grupo brasileiro reproduz viagem de Kubitschek em Portugal

Iniciativa promovida pelo editor Victor Alegria juntará um grupo de brasileiros em Portugal para percorrer, em Junho, a mesma rota que Juscelino Kubitschek fez há 50 anos em terras lusas.

REPORTAGEM DO «DIÁRIO DE LISBOA»

Juscelino Kubitschek em Portugal

A presença de Juscelino Kubitschek em Portugal, assinalada pelo "Diário de Lisboa". Notícia de 11 de Janeiro de 1963.

A VIAGEM DE QUE SALAZAR NÃO GOSTOU

Juscelino Kubitschek no Fundão

Ignorando o protocolo e, provavelmente, assumindo uma posição não politicamente correcta, o então ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek de Oliveira (JK), decide aceitar o genuíno e simples convite que António Paulouro, Director do Jornal do Fundão, lhe endereça quando é recebido pelo fundador de Brasília em terras de Vera Cruz e cria um verdadeiro problema diplomático ao governo português. O ditador, António Oliveira Salazar, chefe do governo português, fica furioso e nunca mais esquece a partida que o grande estadista e o grande jornalista lhe pregaram, ordenando a censura de qualquer referência à visita de Janeiro de 1963.

BRASIL

Suposto tesouro de pirata inglês desperta a curiosidade de curitibanos

Um pirata inglês, conhecido como 'Zulmiro', viveu em Curitiba entre 1820 e 1880. É o que diz uma das lendas mais comentadas entre pesquisadores e moradores da capital paranaense. Segundo o pesquisador Marcos Juliano Ofenbock, ele teria deixado um tesouro escondido em um túnel construído por jesuítas, onde atualmente está instalado o Bosque Gutierrez, no bairro Vista Alegre.

Submarino da Segunda Guerra Mundial descoberto no Mar do Norte

Um submarino alemão U-486 partido ao meio foi descoberto durante a construção de um oleoduto no Mar do Norte perto de Bergen, na Noruega, informa o Museu Marítimo da cidade.

5 DE MARÇO DE 1512

Nasce o revolucionário cartógrafo Mercator

Cientista, desenhador, filósofo e comerciante, o genial filho de um sapateiro flamengo redefiniu na Alemanha a forma de representar em duas dimensões o nosso mundo tridimensional, enfrentando até acusações de heresia.
O clima era de revolução cultural. Navegadores descobriam novos continentes, Nicolau Copérnico reconhecia que os planetas revolviam em torno do Sol, um monge dissidente alemão chamado Martinho Lutero rebelava-se contra a Igreja Católica. Um novo mundo estava à espera de ser descoberto.

Darwin no carnaval brasileiro

O HMS Beagle atravessou o Atlântico e atracou em Salvador, na Bahia de Todos os Santos, a 28 de Fevereiro de 1832. Darwin não ficou indiferente à beleza dos seus arredores. A primeira impressão no seu diário de bordo exalta a cidade vista do seu porto:
“Seria difícil de imaginar, antes de contemplar a vista, qualquer coisa tão magnífica.”

28 DE JANEIRO DE 1808

Abertura dos portos brasileiros

O Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas foi uma carta régia promulgada pelo Príncipe-regente de Portugal Dom João de Bragança, no dia 28 de Janeiro de 1808, em Salvador, na Capitania da Baía de Todos os Santos, no contexto da Guerra Peninsular. Foi a primeira Carta Régia promulgada pelo Príncipe-regente no Brasil, o que se deu apenas quatro dias após sua chegada, com a família real e a nobreza portuguesa, em 24 de janeiro de 1808.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

14 de Janeiro de 1860: Siemens instala cabo submarino entre o Egipto e a Índia

No dia 14 de Janeiro de 1860, o empresário alemão Werner von Siemens completou a instalação de um cabo submarino entre o Egipto e a Índia.
Naquela época, telegrafar era um privilégio de grandes empresários e dos governos. A Newall, no entanto, não lucrou muito com o cabo índico. Segundo Wengel, a ligação funcionou satisfatoriamente durante apenas cinco anos. Depois de sofrer as primeiras grandes danificações, o cabo foi abandonado. Era impossível arrancá-lo do fundo do mar, devido ao peso das colónias de corais presas presas ao cabo.
 

NAUFRÁGIO DO CAMARGO

Comandante que incendiou o navio preso a 5 de Janeiro de 1863

Em 1826, Dom Pedro I acordou com os ingleses o reconhecimento da Independência do Brasil, e em troca, proibir e acabar com o tráfico de escravos em no máximo quatro anos. Infelizmente o acordo não surtiu efeito, pois os navios ingleses eram obsoletos e não conseguiam navegar tão rápido quanto os velozes clipers americanos, que continuavam a trazer escravos para o Brasil. Somente no ano de 1850, com a ajuda das autoridades brasileiras, o comércio de escravos foi finalizado.
O navio negreiro Camargo fez o seu último desembarque no ano de 1862. Ao chegar a terra com 500 africanos, o comandante Nathanael Gordon, natural do Maine, Estados Unidos, incendiou a sua própria embarcação para escapar da perseguição das autoridades brasileiras.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | NAUFRÁGIO DO «AIS GIORGIS»

8 de Janeiro 1974: noite dos horrores

No final de 1973, o cargueiro grego Ais Giorgis atracava no cais do Porto de Santos (Brasil), entre os armazéns 30 e 31, para dar início à descarga de caixas, sacos e tambores, com leite em pó, óleo de pinho, resina, além de diversas qualidades de produtos químicos - entre os quais, nitrato de sódio - transportados num único porão.

Uma semana depois, o navio foi protagonista do maior desastre ocorrido nos últimos tempos no Porto de Santos. Uma combustão espontânea numa carga de produtos químicos, motivada pelos pingos da chuva, deu início, às 21 horas de 8 de Janeiro de 1974, a um incontrolável incêndio na carga dos vagões que, depois, passou para o navio, atingindo porões, resto da carga e quase toda a estrutura do cargueiro. Foram três dias e três noites de incêndio.

20 DE JULHO DE 1910

Inauguração do primeiro cais do Rio de Janeiro

Denominado Lauro Muller (Gamboa), o trecho inicial do cais do Porto do Rio de Janeiro foi inaugurado em 20 de Julho de 1910. Com 800 metros de extensão, o local foi a matriz de onde começou a ser definida a vida urbana da cidade, bem como sua estrutura económica e cultural. O primeiro navio a atracar no porto foi o de bandeira inglesa Horace, com mercadorias provenientes de Lisboa. No início do século XIX, com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, a Zona Portuária passou a ser considerada área nobre.
O historiador Milton Teixeira conta que o porto era o único meio de entrada no país. “O Rio sempre foi o porto. E não só da cidade, mas do Brasil porque aqui entravam as mercadorias, as novidades, os pensamentos. Até o temperamento caloroso do carioca tem a ver com essa receptividade influenciada pelo porto”, diz o historiador.

BRASIL

Porto do Recife apresenta descobertas do Cais da Lingueta

O Porto do Recife anunciou a descoberta e identificação do Cais de Calheta, que serviu para embarque e desembarque de cargas e passageiros na cidade nos séculos 18, 19 e início do século 20. Além das ruínas do Cais, um canhão, uma âncora, louças, garrafas e correntes também foram encontrados.

BRASIL, 20 DE OUTUBRO DE 1940

História do Porto de Maceió

A Previsão de melhoramentos no ancoradouro da cidade de Maceió data de 1875. Em 1896 a empresa The National Brazilian Harbour Company Ltd. obteve a concessão do porto nos permissivos da Lei Imperial nº 1.746, de 13 de outubro de 1869, mas não realizou as obras determinadas, sendo o contrato rescindido pelo Governo Federal em 1905.
Novos estudos foram elaborados a partir de 1910, contudo, o desenvolvimento das instalações sofreu impedimentos de ordem financeira. Pelo decreto nº 23.469, de 16 de novembro de 1933, a União autorizou o governo do estado de Alagoas a construir e explorar comercialmente o porto. A execução do atual projeto, teve início em 1935, a cargo da Companhia Geral de Obras e Construções S.A. - GEOBRA, ocorrendo a inauguração do cais em 20 de outubro de 1940.

1620

Puritanos chegam à América

"Faz dez dias que vimos terra pela última vez. Hoje é 19 de novembro de 1620 e eu agradeço a Deus por ter cuidado de mim durante a travessia do oceano a bordo do Mayflower. Precisamos de 66 dias exatos para finalmente nos tornarmos livres. Livres das más influências do mundo.
"A bordo de nosso navio, não estávamos apenas nós, que queremos viver totalmente conforme os preceitos de Deus e da Bíblia, mas também pessoas que buscam na América uma felicidade diferente da que procuramos. Mas nós sabemos: igualdade entre os homens é nossa missão. Por isto, eu, William Bradford, firmei um contrato com os demais homens e o assinei. Nós o batizamos de Mayflower Compact.

NOS TEMPOS DA INDEPENDÊNCIA, VÁRIOS BRASILEIROS FIZERAM FAMA E FORTUNA DO OUTRO LADO DO OCEANO

Angola, Terra de oportunidades

Com a independência do Brasil, Portugal correu o risco de perder, por tabela, outra colónia: Angola. Temia-se que a possessão africana fosse anexada pelos brasileiros. E havia bons motivos para essa preocupação. Durante mais de 300 anos, ambas as regiões estiveram nas duas pontas do tráfico de escravos. Quase 70% dos cerca de cinco milhões de africanos que desembarcaram no Brasil vinham do Congo e de Angola. E as relações iam muito além do comércio negreiro: pelo menos desde o século XVII, africanos da costa centro-ocidental e brasileiros estavam unidos por laços mercantis, familiares e culturais.
Por isso, logo depois da independência, Portugal chegou a enviar centenas de soldados para assegurar o controle de Angola e adiou o retorno a Lisboa de um navio de guerra fundeado em Luanda.

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

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