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Concha-cavalo: um dos maiores gastrópodes do mundo

A Concha-cavalo (Triplofusus giganteus), é considerada um dos maiores gastrópodes do mundo e pode ser encontrada nos Estados Unidos e no México. A concha deste animal pode chegar a medir 60 centímetros e o bicho todo pode chegar a pesar quatro quilos. É um carnívoro voraz que se alimenta, inclusive, de indivíduos da mesma espécie.

Quando jovens, a cor da concha destes animais é laranja brilhante. De acordo com o crescimento, a casca muitas vezes fica com tons de branco acinzentado ou salmão-laranja.

Os incríveis anfíbios transparentes

A Perereca de vidro (Cochranella euknemos) pertence à família Centronelidae e é um animal conhecido principalmente por possuir parte da pele do abdómen quase totalmente transparente, que nos permite ver dentro de seu pequeno corpo. Estes animais são vulgarmente designados como anfíbios transparentes ou anfíbios de vidro.

Lusodescendente vence prémio da Google com método para retirar microplásticos dos oceanos

Fionn Ferreira, de 18 anos, foi premiado na Google Science Fair 2019 pela criação de um método para travar a poluição dos oceanos. O estudante acredita que a tecnologia que inventou pode remover, pelo menos, 87% dos microplásticos das amostras de água.

“Um estudante motivado” que se orgulha de poder “comunicar ciência”: é assim que se descreve na sua página do Linkedin Fionn Ferreira, o lusodescendente vencedor do concurso da Google Science Fair 2019. Com um projecto que visa remover os microplásticos dos oceanos, o jovem irlandês ganhou um prémio de 45 mil euros, numa cerimónia que decorreu na sede internacional da Google em Mountain View, Califórnia.
 

Onde o plástico é proibido no mundo

À medida que o mundo lentamente desperta para a escala do problema da poluição plástica, um número crescente de países e cidades tem introduzido proibições de certos produtos. As medidas não apenas podem ajudar a impedir que plásticos poluam os ecossistemas marinhos, mas também enfrentam o mito de que nos podemos livrar do problema por meio da reciclagem.

Há uma zona no Pacífico «imune» ao aquecimento global (e os cientistas já sabem porquê)

Uma equipa de cientistas da Universidade da Columbia, nos Estados Unidos, revelou o motivo pelo qual uma área do Oceano Pacífico é “imune” ao aquecimento global, segundo um novo estudo.
De acordo com a publicação, cujos resultados foram publicados na revista científica especializada Nature Climate Change, a equipa conseguiu explicar porque é que aquela “língua equatorial fria” – tal como são descritas pelas comunidade científica – não aquece como todas as águas do mundo.

RASHR cria licras a partir de lixo oceânico

Uma start-up irlandesa – RASHR – começou recentemente a produzir licras ecológicas, 100% recicladas, produzidas de lixo oceânico, segundo a Surfer Today. A equipa, formada por três amigos – Tom, Alex e John – surgiu da ideia dos surfistas de criarem material para meio aquático não comprometendo os oceanos.

Estes Pescadores da Índia Transformam o Plástico Encontrado nos Oceanos em Estradas

Em Kollam, na Índia, Kadalamma significa a Mãe dos Mares, e é assim que Xavier Peter se refere ao Mar Arábico. A sua mãe pode até ter-lhe dado a vida, mas Kadalamma deu-lhe um propósito, um meio de subsistência. Kadalamma soube cuidar dele, oferecendo-lhe peixe suficiente para alimentar a sua família e vender no mercado. Por três vezes protegeu-o da ameaça dos ciclones e uma outra de um tsunami.

Há mais de três décadas que Xavier é pescador nas águas do sudoeste da Índia, tendo dedicado toda a sua vida adulta à pesca de camarão e peixe com redes de arrasto. Todavia, ultimamente, sempre que recolhe as suas redes, encontra mais plástico do que peixe.

Abecedário climático

As mudanças atmosféricas podem ser analisadas sob as mais diversas perspectivas. Aqui ficar um olhar polifacetado sobre o fenómeno – em forma de dicionário, com todas as letras do nosso alfabeto. Desde o A de alarmista até ao Z de zelo.

Nem só de plásticos morrem os animais marinhos

Cientistas da Universidade de Exeter examinaram estudos e publicações em redes sociais sobre tubarões e raias presas em lixo marinho e encontraram relatos de mais de mil animais marinhos emaranhados, à escala global.

Os cientistas acreditam, no entanto, que o número real seja maior, uma vez que a concentração de estudos recai sobre o plástico e em animais como baleias. E este estudo demonstra, como maior causa de morte, as artes de pesca, perdidas ou descartadas.

Crise dos Corais

O branqueamento é um problema global desencadeado pelas alterações climáticas e ocorre quando as águas do oceano atingem temperaturas muito mais elevadas do que seria natural e destroem as algas do recife. Aos poucos, o coral morrerá à fome. A Grande Barreira de Coral ilustra a extensão do problema: em 2016, cerca de 30% do coral morreu e em 2017 desapareceram mais 20%.

O resultado assemelha-se a uma floresta após um incêndio devastador. Grande parte do ecossistema marinho da costa setentrional do recife é hoje uma paisagem estéril e esquelética, com escassa esperança de que venha a recuperar.

Surfar entre lixo

O fotógrafo Zak Noyle já viu a sua quota de lixo marinho, mas ficou chocado com o que descobriu durante uma campanha num ponto remoto ao largo da costa de Java. Em 2012, quando Zak estava no local a fotografar o surfista indonésio Dede Suryana viu-se a nadar, literalmente, num mar de lixo. “Foi impressionante”, recorda. “Pensei que íamos ver um cadáver na água.”

Cerca de oito milhões de toneladas de plástico chegam ao oceano anualmente, de acordo com um relatório de 2015, que também identificou a origem da maior parte deste lixo. No topo da lista, estão a China, as Filipinas e a Indonésia.

Estudo mundial sobre impacto de micro-plásticos em animais marinhos filtradores passa por Cabo Verde

Paulo Vasconcelos, aluno de Ciências Biológicas da Uni-CV, vive um misto de “orgulho e satisfação” por fazer parte das equipas mundiais que efectuam um estudo comparado do impacto de micro-plásticos e partículas naturais em animais marinhos filtradores.

É que Paulo, ao lado do seu colega alemão Leo Gottschalck, da Universidade de Rostock (Alemanha), tem consciência de que a experiência que têm em curso, numa das salas do Centro Oceanográfico do Mindelo (OSCM, na sigla em inglês), em São Vicente, pode, em caso de validação, trazer uma “revolução tremenda” para o futuro da humanidade.

Se 30% dos oceanos do mundo se converterem em santuários é possível proteger os oceanos?

Já há um mapa dos santuários necessários para proteger as espécies e os oceanos. Foi realizado por académicos e, segundo o The Guardian, é o primeiro plano detalhado que instrui os países para protegerem quase um terço dos oceanos do mundo até 2030, com cerca de 30% dos oceanos protegidos de toda e qualquer actividade humana.

RIO DE JANEIRO

CDRJ participa da Rede ReciclaPorto para desenvolver acções sustentáveis

O Termo de Cooperação Técnica da Rede de Sustentabilidade ReciclaPorto Rio foi formalizado recentemente, com a publicação do acto público no Diário Oficial da União. A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e mais cinco instituições federais localizadas na região portuária participam do convénio, que tem vigência de cinco anos.

Austrália vai ter plataforma offshore para eólicas e aquicultura

O Governo australiano vai contribuir com 62 milhões de euros para um projecto de investigação em economia do mar que combina, essencialmente, a energia eólica offshore e a aquicultura, referem vários meios de comunicação internacionais. O projecto contempla ainda um investimento de 230 milhões de euros por parte da indústria, referem os mesmos meios.

Cientistas do MARE estudam aves marinhas de Cabo Verde

Investigadores do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), em parceria com o Governo de Cabo Verde, estão a estudar nove espécies de aves marinhas daquele arquipélago, no âmbito de um projecto internacional financiado em 2,4 milhões de euros pela fundação para conservação da natureza MAVA e chefiado pela BirdLife International.

Maersk e Canal do Panamá juntam-se a aliança em prol do baixo carbono

A Maersk e a Autoridade do Canal do Panamá (ACP) juntaram-se à Aliança Industrial Global de Apoio ao Transporte Marítimo de Baixo Carbono (conhecida pelo acrónimo GIA, de Global Industry Alliance), que funciona sob a égide da Organização Marítima Internacional (IMO, em inglês).

Há uma ameaça para a Humanidade «adormecida» no fundo do mar

As alterações climáticas ameaçam causar uma enorme libertação de carbono que se encontra “adormecido” no fundo do mar, processo que já ocorreu no passado, tendo resultado num aumento da temperatura atmosférica de tal magnitude que acabou com a Era do Gelo, sugere um novo estudo.

A investigação, cujos resultados foram publicados em janeiro na revista especializada Environmental Research Letters, aponta que no final do período Pleistoceno – há aproximadamente 17000 anos – uma grande quantidade de gases de efeito de estufa escapou do leito oceânico para a atmosfera devido à atividade hidrotermal.

Angola reafirma aposta na economia azul

A ministra angolana das Pescas e do Mar, Maria Antonieta Baptista, reafirmou, no Reino de Marrocos, o compromisso de Angola na promoção da economia azul.

A par da economia azul, Angola vai trabalhar para contrapor os efeitos nocivos das alterações climáticas, criando condições para salvaguardar a saúde humana, preservação do meio ambiente e desenvolvimento da economia.

O aquecimento dos oceanos já está a afectar os peixes

Um grupo de investigadores de várias universidades e institutos científicos dos EUA terá encontrado uma relação entre o aquecimento global e a redução das populações de peixes. A diminuição em si não é uma novidade, mas o papel direto e generalizado da subida da temperatura do mar não era conhecido. Até aqui, culpava-se quase exclusivamente a sobrepesca.

"Ficámos aturdidos por descobrir que os stocks de pesca já estão a ser afetados pelo aquecimento dos oceanos. Isto já não são cenários hipotéticos", disse Malin Pinsky, um dos especialistas envolvidos no estudo, publicado na Science.

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

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 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

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 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)

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