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VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Contentores em números

Em 1959, de acordo com a pesquisa de Matson, a operação portuária descarregava 0.627 tons por homem-hora. Em 1976, com o contentor que estava em crescimento , a operação portuária era de 4.234 tons por a homem- hora.
O tempo de permanência de navio no porto passou de três semanas para 18 horas. Em 1950, uma embarcação comercial média podia carregar 10.000 toneladas com uma velocidade de 16 nós. Com o porta-contentor, a embarcação comercial média carrega 40.000 tons e uma velocidade de 23 nós.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Primeiro navio no porto de Santos, em 1892

A data de 2 de Fevereiro de 1892 marca a entrega do primeiro trecho de 260 metros de cais construído, inaugurado com a atracação do cargueiro Nasmyth, navio a vapor da armadora inglesa Lamport & Holt. Até então, o porto era constituído de trapiches de madeira erguidos em diversos pontos ao longo da bacia do estuário e às margens da antiga cidade.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

TECON | Santos | Brasil

O terminal de contentores de Santos é o maior da América do Sul. Inaugurado em 30/08/1981 pelo navio brasileiro "Calandrini", pertencente ao armador Lloyd Brasileiro, que descarregou 93 contentores procedentes de Londres, o Tecon foi o primeiro terminal do país exclusivo para tal tipo de movimentação. Está localizado no município de Guarujá (margem esquerda do Porto de Santos).

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | PORTO DE SANTOS

O Estivador Navalhada

Um dos fundadores do Sindicato dos Estivadores, Antoninho Navalhada, impunha-se perante outros portuários por esse facto e pela fama de valentão. Até que um colega o matou em um duelo no cais
Isto aconteceu a 24 de Janeiro de 1959, no cais do Porto de Santos.
De um lado do ringue, o famoso respeitado Antônio André Carrijó, mais conhecido por Antoninho Navalhada, de 52 anos. Em outro canto, Simião Xavier de Oliveira, de 46 anos. Dois portuários valentões que andavam armados e não se bicavam.

24 DE JANEIRO DE 1808

Família Real chega à Baía

Para uma cidade que num nada se deixa soltar numa batucada, ao retumbar solto dos tambores africanos, é de se imaginar o delírio da população de Salvador na Bahia quando há 203 anos atrás avistou a nau capitania Príncipe Regente que entrava no Recôncavo e ancorava na barra.
Viagem dura aquela, cheia de enjôos, nuvens de piolhos e desconfortos mil provocados pelos maus-humores de Neptuno, mas que trouxe intacta à terra brasileira a corte portuguesa. Sobrevivera há 54 dias no mar desde que se retirara em tempo de Lisboa escapando do general Junot. Calcula-se em 15 mil os que estavam a bordo dos 30 e tantos barcos (eram 8 naus, 3 fragatas, 2 brigues, 1 escuna de guerra, 1 charrua de mantimentos e mais 20 navios mercantes). Fora um inferno. A esquadra do almirante inglês Sidney Smith os protegera até aos Açores, depois entregaram-se à sorte das correntes atlânticas e à boa vontade dos ventos alísios.

FAMÍLIA REAL CHEGA AO BRASIL

Quantos eram? Quantos eram?

Eram 30 000, 4 500 ou 500? Os historiadores não se entendem sobre o número de pessoas que a família real trouxe até ao Brasil. Trabalhos publicados no fim do século XIX mencionavam até 30.000 pessoas. Em revisões posteriores, chegou-se aos 15 000, que figuram hoje nos livros didácticos. Nos últimos anos, esse dado tornou-se ainda mais movediço. Já se falou em 8 000, reduziu-se para 4 000 e chegou-se a afirmar que eram apenas 500 pessoas a compor a corte que desembarcou no Rio.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

1954: Lançado o primeiro submarino nuclear

No dia 21 de Janeiro de 1954, foi lançado pela primeira vez ao mar o submarino Nautilus, nos Estados Unidos. O submarino USS Nautilus, desenvolvido pela Electric Boat Division, provou as vantagens da propulsão nuclear principalmente para embarcações militares, sendo o primeiro a cruzar por baixo a placa de gelo do Pólo Norte.
Hoje, o Nautilus é uma das principais atracções do Historic Ship Nautilus & Submarine Force Museum, na base naval de Groton (Connecticut). Seus sucessores provam o avanço tecnológico ocorrido nesse campo na segunda metade do século 20.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | SANTOS, BRASIL

O doce do Porto

Em 1834 exportava-se no Porto de Santos mais açúcar do que café. Assim, antes de se notabilizar como ‘porto do café’, foi o do açúcar. Talvez seja essa carga histórica que permite ainda o uso da mão-de-obra portuária como há 100 anos. Mesmo com novas tecnologias e até depois da lei 8630 (Lei dos Portos), é comum ver no cais santista estivadores e trabalhadores portuários de capatazia carregando ou descarregando sacas de açúcar.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

O Canal do Suez

Antes da construção do actual Canal do Suez, entre 1859 e 1869, várias tentativas de ligar os mares Mediterrâneo e Vermelho foram feitas. Possivelmente no começo da 12ª Dinastia o faraó Senuseret III (1878 a.C. – 1839 a.C.), deve ter construído um canal oeste-leste escavado através do Wadi Tumilat, unindo o Rio Nilo ao Mar Vermelho, para o comércio directo com Punt. Evidências indicam a sua existência pelo menos no século 13 a.C., durante o reinado de Ramsés II.

Navios Quebra-Gelo Nucleares

Os quebra-gelo movidos a energia nuclear serviram como um símbolo do poder tecnológico soviético ao longo de várias décadas. Hoje esta frota é utilizada para ajudar a navegação de navios nos mares do norte da Sibéria, e como navios de cruzeiro para a elite do turismo.

Um Réveillon a bordo nos anos 30

O salão está deslumbrante. O luxo não pode ser maior. A decoração com capas de arminho, reflexos de pérolas e brilhantes. Passam as espáduas desnudas das senhoras, as bandejas de doces, as taças transbordantes. Não sei por que estas luzes, estes risos, este desperdício de jóias e de champanha me recorda outras festas, na Europa, nos anos de minha juventude, quando a Europa era o paraíso do mundo.

GLÓRIAS DA MARINHA MERCANTE BRASILEIRA

Cargueiro Araranguá

O navio cargueiro ARARANGUÁ foi um dos quatro navios da mesma classe encomendados pela Companhia Nacional de Navegação Costeira, Rio de Janeiro, ao estaleiro italiano Cantieri Navale Triestino, em Trieste, Itália. Seu porto de registro era o Rio de Janeiro. Era um navio cargueiro convencional que possuía capacidade frigorífica em seus porões.

AFUNDAMENTO INTENCIONAL A 14 DE DEZEMBRO DE 1939

A Odisseia do Cruzador «Graf Spee»

Séculos de conflitos no Mar deram-nos a conhecer inúmeros protagonistas de grandes batalhas navais, mas poucos ocupam lugares de honra na História naval. Basta lembrar um dos episódios navais épicos da II Guerra Mundial: o cruzador ligeiro «Admiral Graf Spee», primeiro navio de guerra alemão a entrar no activo durante o grande conflito mundial e primeira perda da "Kriegsmarine" (Marinha de Guerra alemã) após uma única vitória sobre navios de guerra inimigos.
O episódio, que ficou conhecido como a Batalha do Rio da Prata, terminou tragicamente ao largo do porto de Montevideo (Uruguai) a 14 de Dezembro de 1939, com o afundamento deliberado do cruzador e o suicídio do Capitão Langsdorff, perante o cerco de grandes unidades da Royal Navy.

A caça às baleias ao longo da história

A actividade de caça às baleias - que já foi tema de um dos grandes clássicos da literatura universal e é hoje condenada por ambientalistas de todo o mundo -, teve o seu início por volta do século XII, na região da costa espanhola e francesa, próximo ao Golfo de Biscaia. Naquela época eram ainda usados botes e arpões manuais lançados pelos corajosos que se aventuravam na perigosa caçada ao grande monstro dos oceanos.

CAMINHO DE FERRO DE MOÇÂMEDES

Construção iniciada em 1905

A ideia da construção do Caminhode Ferro de Moçâmedes, actual Namibe, reporta a uma carta de lei de 1890; por ela foi o Governo autorizado à construção e exploração destes caminhos de ferro. No entanto, os trabalhos de construção só foram iniciados a partir de 1905, isto é, quinze anos depois. Em 1907 foram inaugurados os primeiros 67 quilómetros.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Porto de Moçâmedes (Namibe - Angola), em 1961

A 3 de Novembro de 1961 o "Diário de Lisboa" publicava o quarto artigo da série "Roteiro do Infante". O jornal português acompanhava viagem do paquete "Infante D. Henrique", oferecendo aos seus leitores detalhadas reportagens. Nesta edição, o navio aportara no Lobito e depois em Moçâmedes.

MOSSÂMEDES - ANGOLA

O Edifício do Cabo Submarino

Neste edifício, intimamente ligado à colonização do sul de Angola, em relação ao qual se desconhece quem o projectou, bem como a data precisa da sua construção, funcionou a partir do último quartel do século XIX, uma Central de Comunicações por cabo telegráfico submarino que fazia a ligação de Mossãmedes (actual Namibe) à cidade do Cabo, na África do Sul, e às cidades de Luanda e Benguela no território de Angola.
 

O Mistério Do Navio Fantasma Mary Celeste

Mary Celeste é um navio antigo que constitui um exemplo perfeito para as teorias de navios-fantasma narradas e contadas por muitos. Originalmente baptizado como Amazon, o navio americano foi construído em 1860 na aldeia Nova Scotian, da Ilha de Spencer. O Mary Celeste era uma embarcação de dois mastros, mais conhecida então como um bergantim.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Temporadas de cruzeiros no Brasil

Décadas atrás quem diria que os cruzeiros alcançariam as proporções actuais? As viagens marítimas eram caras, com menor número de navios participantes. Para se ter uma ideia, vamos regressar ao – já um tanto distante – ano de 1978. Naquele ano a temporada 1978/1979 teve início no dia 18 de Dezembro e foi aberta pelo transatlântico português Funchal.

BRASIL

200 Anos de Abertura dos Portos

Ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro Brito, faz discurso em rede nacional de rádio e televisão para saudar os dois séculos de abertura dos portos brasileiros, data comemorada a 28 de Janeiro de 2008.
 

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #1

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP

Constituição da APLOP

Foto de família