Início > História

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

A febre dos canais

Nos Estados Unidos, desde a segunda metade do século XVIII, 1765, já havia a planos e projectos para a construção de canais artificiais ligando os rios navegáveis às áreas produtivas e também às principais cidades do próspero nordeste americano.
Este período, que se estende até 1830, foi denominado de Febre dos Canais, pois todos os Estados dessa região investiram pesadamente na construção de canais, barragens e eclusas, com a finalidade de promover a navegação fluvial.

O Grande Canal da China

Foi na navegação fluvial que os chineses construíram uma grande obra de engenharia que até nossos dias continua a transportar os produtos primários da China: o Grande Canal. Construído para transportar o arroz, além de outros cereais, das províncias para a capital Beijing (Pequim), o Grande Canal teve os primeiros 150 km iniciados no ano 485 aC. Seus 2.700 km, de Beijing a Hangzhou, levaram mais de catorze séculos para serem concluídos, utilizando a força de mais de 165.000 trabalhadores.

EM 1874, O TELÉGRAFO LIGOU O BRASIL E A EUROPA POR CABOS SUBMARINOS

O Brasil, muito antes da internet

Um interessante par de mensagens telegráficas encontradas na Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional marca um momento muito importante neste processo. Datados de 22 de junho de 1874, os telegramas noticiam a conclusão da instalação da linha telegráfica por cabo submarino que ligou pela primeira vez a Europa (mais precisamente, Inglaterra e Portugal) ao território brasileiro.
Os telegramas eram enviados de Pernambuco ao imperador D. Pedro II, no Rio de Janeiro. O posto da empresa que detinha os direitos de exploração comercial do telégrafo nacional, The Western & Brazilian Telegraph Company Limited, fazia a transcrição das mensagens. Em uma delas, Robert Halpin, comandante do navio que lançou os cabos ao mar, avisa que a última seção de cabos submarinos conectando o Império com Portugal e Grã-Bretanha havia sido concluída naquele dia.

1840

Navio «Oriental» queria difundir a arte fotográfica pelo mundo

O Oriental entrou na baía do Rio de Janeiro nas vésperas de Natal, como informavam as “entradas e saídas do porto” no Jornal do Commercio. O comandante Lucas e outros membros da expedição logo desceram em terra. As novidades trazidas pelo Oriental também não ficaram a bordo por muito tempo. Em 17 de janeiro de 1840, o jornal noticiava, em primeira mão, uma experiência inédita nas imediações da atual Praça XV de Novembro: “Hoje de manhã teve lugar na hospedaria Pharoux um ensaio fotográfico tanto mais interessante quanto é a primeira vez que a nova maravilha se apresenta aos olhos dos brasileiros. (...) É preciso ter visto a coisa com os próprios olhos para se poder fazer idéia da rapidez e do resultado da operação. Foi o abade Combes [sic] quem fez a experiência: é um dos viajantes que se acham a bordo da corveta francesa L’Orientale (...).

MAIO DE 1944

Dom Peixito foi à guerra

“Dom Peixito também foi mobilizado! Também está contribuindo para a vitória dos aliados. Antes da guerra ele andou correndo o mundo como propagandista do Brasil, tornando de todos conhecido esse famoso produto, que são as Sardinhas Rubi. Mas hoje as viagens de Dom Peixito têm um sentido muito mais amplo e patriótico, porque ele está ajudando a alimentar os soldados da Vitória. Aí o vêm, agora, a distribuir as deliciosas Sardinhas Rubi entre os seus amigos nas frentes de batalha”.

23 DE JANEIRO DE 1960

O homem chega ao ponto mais profundo do oceano

O homem chegou à Fossa das Marianas, o ponto mais profundo do oceano, apenas uma vez, a 23 de Janeiro de 1960, quando o batíscafo Trieste atingiu a Depressão Challenger, a 10916 metros de profundidade, levando os mergulhadores Don Walsh e Jacques Piccard. Em 1995, o mesmo ponto foi atingido pelo submarino-robô japonês Kaikō, recentemente perdido durante uma tempestade. Na única ocasião em que seres humanos estiveram no ponto mais profundo do globo, não havia como tirar fotografias, uma vez que as janelas do batíscafo foram diminuídas a tamanhos de moedas, para melhor resistir à pressão, e não existem registos visuais do evento.

1494 | 5 DE SETEMBRO | D. JOÃO II RATIFICA O TRATADO DE TORDESILHAS, EM SETÚBAL

Portugal e Espanha dividem o mundo

Após várias missões diplomáticas frustradas entre Portugal e Espanha, finalmente as duas cortes, através dos seus delegados, decidiram realizar uma reunião na vila espanhola de Tordesilhas, na província de Valladolid, a fim de estabelecer critérios definitivos para a conquista e posse dos territórios ainda a serem descobertos.
Dessa reunião resultou o Tratado de Tordesilhas, assinado a 7 de Junho de 1494. Com base no documento, as terras do chamado Novo Mundo ficariam repartidas entre as duas nações.

VEJA OS VÍDEOS DO HISTORY CHANNEL

Tratado de Tordesilhas

Produção do History Channel português que retrata o contexto de Portugal durante o processo de expansão marítima por ocasião da assinatura do Tratado de Tordesilhas, em 1494.

«THYATIRA» SAIU DE LONDRES PARA O RIO A 16 DE JULHO DE 1896

Encontrado navio naufragado há mais de 100 anos em Alagoas, Brasil

Em mar aberto, no litoral de Alagoas, centenas de barcos são usados na pesca do camarão. Eles levam redes de arrasto que, muitas vezes, ficam presas nas pedras. Mergulhadores que desceram para soltar uma das redes descobriram que ela estava presa às ferragens de um navio muito antigo e de origem desconhecida. Formamos uma expedição com nove mergulhadores para desvendar o mistério desse naufrágio. O comandante Djalma, com a experiência de 50 anos no mar, procura o navio, com a ajuda de aparelhos.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | BRASIL

Passageiros na navegação de cabotagem

Até meados da década de 1950, o transporte marítimo de passageiros no Brasil era intensamente empregado para cobrir grandes distâncias. Isso em razão das poucas estradas rodoviárias não atenderem às necessidades para movimentação de passageiros e cargas.
Os navios de passageiros de cabotagem – a navegação marítima doméstica – eram os meios de transporte de Norte a Sul, em trajectos pela costa brasileira.

3 DE JANEIRO DE 1959

Alasca torna-se o 49.º Estado dos EUA

Terminada a II Guerra Mundial, a população do Alasca passou a pressionar cada vez mais o governo americano a fazer do território um novo Estado americano. Várias leis foram introduzidas e rejeitadas com tal propósito no Congresso. Finalmente, em 1958, o Congresso americano aprovou a elevação do Alasca à categoria de Estado. A 3 de Janeiro de 1959, o então Presidente dos Estados Unidos da América, Dwight D. Eisenhower, assinou a emenda da constituição que tornou o Alasca o 49° Estado americano.

Projecto de Coimbra revisita rotas dos naturalistas em África desde o século XVIII

O botânico Jorge Paiva, 78 anos, professor e investigador reformado da Universidade de Coimbra, corre dez quilómetros todos os dias. A sua forma física vai ser necessária agora para uma nova tarefa: servir de guia em quatro documentários que serão produzidos até 2013, sobre as missões botânicas da universidade em África.

1929

A Missão Académica a Angola

Registo cine­ma­to­grá­fico pio­neiro de Maxi­mino Cor­reia, pro­fes­sor de Medi­cina em Coim­bra e grande amigo de Luís Car­risso. O vídeo aqui publicado uma mon­ta­gem curta do filme ori­gi­nal, que pode ser visu­a­li­zado na ínte­gra na Bibli­o­teca Digi­tal de Botâ­nica.

QUANDO A BOLÍVIA PERDEU O ACESSO AO MAR

Guerra do Pacífico

A Guerra do Pacífico foi um conflito ocorrido entre 1879 e 1883, confrontando o Chile com as forças conjuntas da Bolívia e do Peru. No final da guerra o Chile anexou ricas áreas em recursos naturais de ambos os países derrotados. O Peru perdeu a província de Tarapacá e a Bolívia teve de ceder a província de Antofagasta, ficando sem saída soberana para o mar, o que se tornou uma área de fricção na América do Sul, chegando até os dias actuais. Trata-se, para a Bolívia, de uma questão nacional (a recuperação do acesso ao oceano Pacífico consta como um objectivo nacional boliviano na Constituição do país).

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Contentores em números

Em 1959, de acordo com a pesquisa de Matson, a operação portuária descarregava 0.627 tons por homem-hora. Em 1976, com o contentor que estava em crescimento , a operação portuária era de 4.234 tons por a homem- hora.
O tempo de permanência de navio no porto passou de três semanas para 18 horas. Em 1950, uma embarcação comercial média podia carregar 10.000 toneladas com uma velocidade de 16 nós. Com o porta-contentor, a embarcação comercial média carrega 40.000 tons e uma velocidade de 23 nós.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Primeiro navio no porto de Santos, em 1892

A data de 2 de Fevereiro de 1892 marca a entrega do primeiro trecho de 260 metros de cais construído, inaugurado com a atracação do cargueiro Nasmyth, navio a vapor da armadora inglesa Lamport & Holt. Até então, o porto era constituído de trapiches de madeira erguidos em diversos pontos ao longo da bacia do estuário e às margens da antiga cidade.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

TECON | Santos | Brasil

O terminal de contentores de Santos é o maior da América do Sul. Inaugurado em 30/08/1981 pelo navio brasileiro "Calandrini", pertencente ao armador Lloyd Brasileiro, que descarregou 93 contentores procedentes de Londres, o Tecon foi o primeiro terminal do país exclusivo para tal tipo de movimentação. Está localizado no município de Guarujá (margem esquerda do Porto de Santos).

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | PORTO DE SANTOS

O Estivador Navalhada

Um dos fundadores do Sindicato dos Estivadores, Antoninho Navalhada, impunha-se perante outros portuários por esse facto e pela fama de valentão. Até que um colega o matou em um duelo no cais
Isto aconteceu a 24 de Janeiro de 1959, no cais do Porto de Santos.
De um lado do ringue, o famoso respeitado Antônio André Carrijó, mais conhecido por Antoninho Navalhada, de 52 anos. Em outro canto, Simião Xavier de Oliveira, de 46 anos. Dois portuários valentões que andavam armados e não se bicavam.

24 DE JANEIRO DE 1808

Família Real chega à Baía

Para uma cidade que num nada se deixa soltar numa batucada, ao retumbar solto dos tambores africanos, é de se imaginar o delírio da população de Salvador na Bahia quando há 203 anos atrás avistou a nau capitania Príncipe Regente que entrava no Recôncavo e ancorava na barra.
Viagem dura aquela, cheia de enjôos, nuvens de piolhos e desconfortos mil provocados pelos maus-humores de Neptuno, mas que trouxe intacta à terra brasileira a corte portuguesa. Sobrevivera há 54 dias no mar desde que se retirara em tempo de Lisboa escapando do general Junot. Calcula-se em 15 mil os que estavam a bordo dos 30 e tantos barcos (eram 8 naus, 3 fragatas, 2 brigues, 1 escuna de guerra, 1 charrua de mantimentos e mais 20 navios mercantes). Fora um inferno. A esquadra do almirante inglês Sidney Smith os protegera até aos Açores, depois entregaram-se à sorte das correntes atlânticas e à boa vontade dos ventos alísios.

FAMÍLIA REAL CHEGA AO BRASIL

Quantos eram? Quantos eram?

Eram 30 000, 4 500 ou 500? Os historiadores não se entendem sobre o número de pessoas que a família real trouxe até ao Brasil. Trabalhos publicados no fim do século XIX mencionavam até 30.000 pessoas. Em revisões posteriores, chegou-se aos 15 000, que figuram hoje nos livros didácticos. Nos últimos anos, esse dado tornou-se ainda mais movediço. Já se falou em 8 000, reduziu-se para 4 000 e chegou-se a afirmar que eram apenas 500 pessoas a compor a corte que desembarcou no Rio.

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #1

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)

Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)